Saúde

SEGURANÇA ALIMENTAR

Anvisa ordena recolhimento do NotShake Protein por irregularidades

Medida afeta todos os lotes de quatro sabores; outras proibições foram aplicadas

Teresinha Ferreira

16 de setembro de 2026 às 11:27 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Anvisa determinou o recolhimento dos produtos NotShake Protein da NotCo Brasil.
  • A decisão envolve todos os lotes dos sabores: Morango com Tâmara, Baunilha com Coco, Chocolate e Café Caramelo.
  • Razões: falha na notificação como suplementos alimentares, falta de estudos suficientes sobre durabilidade do produto, e alegações incorretas de "zero lactose".
  • Está proibida a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso dos produtos afetados.
  • A Anvisa também pediu o recolhimento do Aloe Care – Cranberry Flavored Aloe Vera Gel da Biodis Industrial.
  • Motivos: falta de avaliação de segurança do Aloe vera, rotulagem inadequada e alegações de saúde não autorizadas.
  • Ambos os fabricantes foram contatados, mas ainda não responderam.

Agência Brasil ANVISA
ANVISA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do produto NotShake Protein, produzido pela NotCo Brasil Distribuição e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial da União.

A medida atinge todos os lotes dos seguintes produtos:

- NotShake Protein Morango com Tâmara

- NotShake Protein Baunilha com Coco

- NotShake Protein Chocolate

- NotShake Protein Café Caramelo

Segundo a Anvisa, os produtos não foram notificados como suplementos alimentares, há insuficiência dos estudos para comprovar a manutenção das características durante o prazo de validade e inadequações na alegação de "zero lactose".

Além do recolhimento, estão proibidos a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso dos produtos.

A Agência Brasil contatou a NotCo Brasil e aguarda uma resposta.

Em relação a outro produto, a Anvisa também requisitou o recolhimento do Aloe Care – Cranberry Flavored Aloe Vera Gel, da Biodis Industrial Ltda. A agência declarou que o produto é comercializado com Aloe vera para consumo oral sem avaliação de segurança e autorização prévias.

A agência destacou outras irregularidades: rotulagem em língua estrangeira e alegações de saúde não autorizadas. Contatos foram feitos com a Biodis Industrial, sem resposta até o momento.

Fonte: Agência Brasil