Saúde

POLÍTICA DE SAÚDE

Governo sanciona política nacional para conscientização sobre LAM

Nova lei visa ampliar diagnóstico e tratamento da doença rara no SUS

Teresinha Ferreira

16 de setembro de 2026 às 14:10

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  • A Presidência sancionou a Lei 15.505/2026 para a conscientização sobre Linfangioleiomiomatose (LAM).
  • A LAM é uma doença rara, afetando mulheres entre puberdade e menopausa, causando cistos nos pulmões.
  • A nova lei visa melhorar diagnóstico e tratamento através do SUS.
  • Haverá formação de profissionais e criação de centros de referência para acompanhamento dos pacientes.
  • A lei institui um sistema nacional para coleta de dados sobre LAM.
  • A proposta original foi apresentada pelo senador Alan Rick e reforçada pela Comissão de Assuntos Sociais com apoio da senadora Damares Alves.

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Presidência da República

A Presidência da República sancionou a Lei 15.505, de 2026, que institui a Política Nacional de Conscientização e Orientação sobre Linfangioleiomiomatose (LAM). Publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (15), a medida prevê ações no Sistema Único de Saúde (SUS) para melhorar o acesso ao diagnóstico e tratamento da doença.

A LAM é uma doença rara que afeta principalmente mulheres entre a puberdade e a menopausa, causando cistos nos pulmões e prejudicando a capacidade respiratória. Pode também afetar rins e sistema linfático, com estimativas de afetar entre mil e 2 mil pessoas no Brasil.

A nova legislação promove a formação de profissionais de saúde para identificar sintomas e diagnosticar a LAM, além de criar centros de referência para acompanhamento de pacientes. O SUS deverá garantir recursos existentes para o tratamento.

Adicionalmente, a lei prevê um sistema nacional para coleta e processamento de dados sobre casos de LAM. A PL 5.238/2025, base da medida, foi proposto pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC).

Em agosto, a Comissão de Direitos Humanos, presidida pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), realizou uma audiência pública, destacando as dificuldades de diagnóstico e tratamento da doença rara.

A proposta foi aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Sociais após relatório favorável de Damares Alves, reforçando a atenção às necessidades das pessoas afetadas.

Fonte: Senado Notícias