Brasil

Investigação STF

STF investiga emenda para filme sobre Bolsonaro

Deputado Mário Frias deve esclarecimentos sobre emendas a produtora relacionada ao filme 'Dark Horse'.

Da Redação

14 de maio de 2026 às 18:44 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O STF investiga possível uso irregular de emendas para empresas ligadas ao filme sobre Bolsonaro.
  • Mário Frias, deputado, é intimado para esclarecimentos, mas ainda não foi localizado.
  • A acusação parte da deputada Tabata Amaral, envolvendo R$ 2 milhões destinados à ANC.
  • A ANC, presidida por Karina Ferreira da Gama, estaria ligada ao filme.
  • Bia Kicis e Marcos Pollon negam ligação de suas emendas com o filme.
  • A denúncia foi motivada por reportagem do The Intercept Brasil.
  • A ANC recebeu R$ 2,6 milhões de emendas de parlamentares do PL.
  • Existem áudios envolvendo um pedido de R$ 134 milhões para o filme a um banqueiro.
  • Mário Frias nega ter recebido verbas do Banco Master ou do banqueiro.

STF investiga emenda para filme sobre Bolsonaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) investiga possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares para empresas ligadas ao filme sobre Jair Bolsonaro, intitulado Dark Horse. O deputado federal Mário Frias (PL-SP) está sendo intimado a prestar esclarecimentos, mas ainda não foi localizado. A acusação foi feita pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

Tabata acusa Frias de destinar pelo menos R$ 2 milhões à Academia Nacional de Cultura (ANC), presidida por Karina Ferreira da Gama. Esta organização estaria ligada às produtoras responsáveis pelo filme biográfico de Bolsonaro.

Segundo documento do STF, a oficial de Justiça tentou intimar Frias em três ocasiões, mas foi informada por assessores que ele estaria em São Paulo sem previsão para retorno. Outros deputados, Bia Kicis e Marcos Pollon, já prestaram esclarecimentos e negaram vínculo entre suas emendas e o financiamento do filme.

A denúncia foi inicialmente motivada por reportagem do The Intercept Brasil, destacando que a ANC recebeu R$ 2,6 milhões de emendas de parlamentares do PL. Frias é citado na investigação da ADPF nº 854 por possíveis desrespeitos legais na aplicação das verbas públicas.

Outro ponto crítico envolve áudios divulgados que sugerem que o senador Flávio Bolsonaro pediu a um banqueiro aporte de R$ 134 milhões para o projeto cinematográfico, sinalizando uma complexa rede de interesses financeiros.

Até o momento, Frias afirma não ter recebido verbas do Banco Master ou do banqueiro em questão. O deputado sustenta que, mesmo se houvesse investimento, não haveria irregularidades, pois seriam fundos privados.

Fonte: Agência Brasil



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