Economia

ECONOMIA ESTÁVEL

Mercado mantém previsões estáveis para inflação e PIB

Boletim Focus revela estabilidade em projeções econômicas até 2026

Teresinha Ferreira

17 de agosto de 2026 às 10:17 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O Boletim Focus do Banco Central manteve estáveis as expectativas para 2026 em inflação, PIB, juros e câmbio.
  • IPCA para 2026 está em 5,02% e PIB em 1,98%.
  • Dólar e Selic para 2026 estão previstos em R$ 5,20 e 13,75% ao ano, respectivamente.
  • A estabilidade reflete a observação do mercado sobre os principais indicadores econômicos.
  • O Banco Central usa a Selic para controlar a inflação que está acima da meta.
  • Para 2027, o IPCA subiu para 4,24% e o PIB caiu para 1,50%.
  • Estimativa do dólar para 2027 subiu para R$ 5,29, Selic mantida em 12%.
  • O IPCA acumulou alta de 4,44% em 12 meses, dentro da meta contínua do Banco Central.

Agência Brasil Inflação e PIB
Inflação e PIB

O mercado financeiro manteve estáveis as expectativas para inflação, PIB, juros e câmbio, conforme o Boletim Focus do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira (17). Para 2026, a inflação pelo IPCA permaneceu em 5,02%, enquanto o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantido em 1,98%. As previsões para o dólar e a taxa Selic estavam inalteradas em R$ 5,20 e 13,75% ao ano, respectivamente.

Essa estabilidade reflete como os principais indicadores econômicos são observados pelo mercado. O IPCA segue acima da meta contínua do Banco Central, que utiliza a Selic para controlar a inflação alta. Aumentar a taxa de juros visa conter a demanda, o que pode reduzir a inflação ao tornar o crédito mais caro, embora isso também possa impactar o crescimento econômico.

Em relação a 2027, o boletim indicou ligeiras mudanças. A previsão do IPCA aumentou de 4,22% para 4,24%, e o crescimento do PIB caiu de 1,52% para 1,50%. A estimativa para o dólar subiu marginalmente de R$ 5,28 para R$ 5,29, enquanto a Selic continuou em 12% ao ano.

Os dados demonstram a expectativa do mercado sobre a economia brasileira, que está representada pela soma dos bens e serviços produzidos. Segundo o IBGE, a inflação teve um aumento de 0,07% em julho, marcando a quarta desaceleração mensal consecutiva. O IPCA acumulou alta de 4,44% em 12 meses, dentro da meta de inflação contínua de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Fonte: Agência Brasil