Economia

INVESTIMENTO EM SAÚDE

Governo libera R$ 1,88 bi para Saúde e Cidades em 2026

Medida reduz bloqueios e permite novos programas até outubro

Teresinha Ferreira

01 de outubro de 2026 às 07:49 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O Ministério do Planejamento e Orçamento anunciou uma alocação de R$ 1,88 bilhão do Orçamento de 2026.
  • O Ministério das Cidades recebeu R$ 1,46 bilhão, e o da Saúde R$ 41,9 milhões.
  • A maior parte dos recursos (R$ 1,507 bilhões) vem do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com R$ 461,2 milhões de emendas parlamentares.
  • Houve um contingenciamento de R$ 86,2 milhões para outros poderes.
  • Os ministérios têm até 7 de outubro para detalhar os programas que usarão os novos fundos.
  • Existe um congelamento de R$ 3,304 bilhões em emendas parlamentares conforme a Lei Complementar 210/2024.
  • O governo está implementando faseamento de empenho para gerenciar o fluxo de caixa, com R$ 24,058 bilhões em restrição até novembro.
  • O total de despesas congeladas chega a R$ 40,028 bilhões, com restrições divididas entre contingenciamento e bloqueio.
  • Em 2026, as despesas poderão crescer até 2,5% acima da inflação.

Agência Brasil liberação de recursos para a Saúde e Cidades em 2026
liberação de recursos para a Saúde e Cidades em 2026

Os ministérios das Cidades e da Saúde receberam R$ 1,88 bilhão do Orçamento de 2026, conforme anúncio do Ministério do Planejamento e Orçamento na noite de quarta-feira (30). Esta medida possibilita novos investimentos e programas.

A pasta das Cidades foi contemplada com R$ 1,46 bilhão, enquanto a Saúde destinou R$ 41,9 milhões. As atualizações estão no decreto divulgado no Diário Oficial da União.

R$ 1,507 bilhões são provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 461,2 milhões de emendas parlamentares. Porém, outros poderes enfrentam contingenciamento de R$ 86,2 milhões.

Os ministérios devem detalhar até 7 de outubro os programas que receberão os novos recursos. Por outro lado, ainda há R$ 3,304 bilhões em emendas parlamentares congeladas, regidas pela Lei Complementar 210/2024.

O governo também implementa o faseamento de empenho para gerenciar o fluxo de caixa. Até novembro, R$ 24,058 bilhões estarão sob restrição, refletindo no total de R$ 40,028 bilhões de despesas congeladas.

Esses bloqueios são divididos em contingenciamento e bloqueio, dependendo da situação fiscal. Em 2026, as despesas poderão crescer até 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Fonte: Agência Brasil