Brasil

CRESCIMENTO DO PIB

Brasil deve voltar ao grupo das 10 maiores economias do mundo em 2026, aponta FMI

Com alta de 1,1% no PIB, Brasil deve superar o Canadá. Estimativa é de se tornar a 8ª maior economia do mundo até 2028

Da Redação

29 de maio de 2026 às 16:42 ▪ Atualizado há 1 semana

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  • O Brasil deverá voltar ao grupo das dez maiores economias do mundo em 2026, segundo o FMI.
  • O país deve ultrapassar o Canadá, reassumindo a 10ª posição no ranking econômico global.
  • Essa projeção se fortalece após o Brasil registrar crescimento de 1,1% no PIB no primeiro trimestre do ano.
  • O Brasil teve o sexto maior crescimento entre 45 economias mundiais, segundo a Austin Rating.
  • A valorização do real frente ao dólar também favorece o posicionamento do Brasil no ranking.
  • O FMI revisou para cima a projeção de crescimento do Brasil para 2026, de 1,6% para 1,9%.
  • O Brasil pode subir para a nona posição em 2027 e oitava em 2028, se superando a Rússia e a Itália, respectivamente.
  • Apesar do PIB elevado, o PIB per capita do Brasil ainda é baixo comparado a outros países.
  • Especialistas ressaltam que o tamanho do PIB não reflete a renda média da população.
  • O retorno ao top 10 reforça a importância do Brasil na economia global e indica recuperação econômica.

Presidente Lula
Presidente Lula

O Brasil deverá voltar a integrar o grupo das dez maiores economias do mundo em 2026, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI). A expectativa é que o país ultrapasse o Canadá e reassuma a 10ª posição no ranking global, após ter ficado fora do top 10 em 2025.

A projeção ganhou força após a divulgação dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre deste ano. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 1,1% entre janeiro e março na comparação com o trimestre anterior.

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O resultado coloca o Brasil entre os países com melhor desempenho econômico no período. Levantamento da Austin Rating aponta que o país registrou o sexto maior crescimento entre 45 das principais economias do mundo, ficando atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China.

Além da expansão da atividade econômica, a valorização do real frente ao dólar também contribui para a melhora da posição brasileira no ranking internacional. Como o FMI utiliza o PIB medido em dólares para comparar as economias, a taxa de câmbio exerce influência direta sobre a colocação dos países.

Em abril, o FMI revisou para cima sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2026, elevando a projeção de 1,6% para 1,9%. O desempenho contrasta com a tendência global, já que o organismo reduziu a previsão de crescimento da economia mundial para o mesmo período.

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As perspectivas para os próximos anos também são positivas. Segundo as projeções do FMI, o Brasil poderá alcançar a nona posição entre as maiores economias do planeta em 2027, ultrapassando a Rússia. Em 2028, a expectativa é que o país avance para a oitava colocação, superando a Itália e ficando atrás apenas de economias como França, Índia, Alemanha, Japão, China e Estados Unidos.

Apesar do avanço no ranking das maiores economias, especialistas destacam que o tamanho do PIB não reflete necessariamente a renda média da população. Para essa análise, o indicador mais utilizado é o PIB per capita, que divide a riqueza produzida pelo número de habitantes.

Segundo dados do FMI, o PIB per capita brasileiro em 2025 foi estimado em US$ 10,6 mil, valor distante dos países que lideram esse ranking, como Liechtenstein e Luxemburgo.

Ainda assim, a perspectiva de retorno ao grupo das dez maiores economias do mundo reforça o peso do Brasil no cenário internacional e sinaliza uma recuperação da atividade econômica após os desafios enfrentados nos últimos anos.

Fonte: Brasil 247



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