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DINHEIRO

Wellington destaca protagonismo de Rafael Fonteles no equilíbrio das finanças do Piauí

Wellington Dias mostrou força junto aos aliados e fez questão de anunciar a antecipação dos recursos através do secretário Rafael Fonteles


Wellington fez questão do secretário Rafael Fonteles anunciar a antecipação do 13°

Wellington fez questão do secretário Rafael Fonteles anunciar a antecipação do 13° Foto: CCOM

Em meio à repercussão do rompimento político e administrativo com o senador Ciro Nogueira (PP/PI), o governador Wellington Dias (PT) fez questão de mostrar que as finanças do estado estão equilibradas, ao contrário do que os adversários querem fazer crer. 

Wellington elogiou sua equipe, mas destacou o protagonismo do secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, no equilíbrio das finanças e anunciou a injeção de mais de R$ 200 milhões na economia do Piauí com o pagamento da antecipação do 13° salário aos servidores públicos estaduais.

A ação do governo faz mostrar a Ciro e outros bolsonaristas que o Piauí precisa sim de recursos federais, mas que também está organizado para adotar providências internas para ajudar o estado atravessar a maior crise financeira e sanitária que o Brasil e o mundo já viveram.

Ciro, pensando em ser governador, aproximou-se de Bolsonaro e começou a organizar oposição à Wellington Dias aqui no estado. Ele mantinha o seu partido, o PP, todinho dentro do governo, e aproveitava isso para fortalecer palanques contrários ao PT nas cidades estratégicas nas eleições deste ano.

Parece que o senador achava que Wellington Dias, sempre cordato, não estava vendo ou não estava e não iria fazer nada. Se pensava assim, caiu do cavalo. Wellington reagiu e as bases já estão dando sinais de que Ciro não vai mais navegar em céu de brigadeiro, como antes e devem aparecer muitas turbulência.

No episódio do rompimento político, Ciro agiu rapidamente e logo se fez de vítima, dizendo que nunca tinha tratado de deixar o governo com o Wellington Dias. Em deixar o governo não tratou mesmo não, porque achava que ia romper e ser oposição, mas os cargos seriam mantidos, até porque não é do feitio do petista perseguir quem quer que seja. 

O senador gravou vídeo "desmentindo" o governador e logo saiu falando em redes e grupos de wathsapp que o Piauí estava inchado e devendo muito e fazendo gastos desnecessário, principalmente com pessoal. Quis dar a entender que o estado só tinha dinheiro porque ele tinha se aliado a Bolsonaro e com isso liberado dinheiro para os prefeitos piauienses.

Hoje, no entanto, o governador mostrou que não é bem assim. Foi ao Palácio do Karnak, reuniu importantes líderes políticos e seus secretários mais próximos para anunciar a antecipação do pagamento do 13° salário do servidores para ajudar a alavancar a economia. 

Wellington também fez questão de mostrar o protagonismo do secretário de Fazenda, Rafael Fonteles na organização das finanças do estado. O secretário é um dos nomes que pode ser o candidato do governador nas eleições de 2022.

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Sobre a coluna

Luiz Brandão

Luiz Brandão

Luiz Brandão é jornalista formado pela Universidade Federal do Piauí. Está na profissão há mais de 35 anos. Já trabalhou em rádios, TVs e jornais. Foi repórter das rádios Difusora, Poty e das TVs Timon, Antares e Meio Norte. Também foi repórter dos jornais O Dia, Jornal da Manhã, O Estado, Diário do Povo e Correio do Piauí. Foi editor chefe dos jornais Correio do Piauí, O Estado e Diário do Povo. Atualmente é diretor de jornalismo do portal www.piauihoje.com

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