Política

STF E RIO

STF adia novamente decisão sobre eleição para governo do Rio

Julgamento sobre mandato-tampão foi retirado da pauta para priorizar outro caso.

Teresinha Ferreira

19 de agosto de 2026 às 14:39 ▪ Atualizado há 41 minutos

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  • O STF adiou novamente o julgamento sobre as eleições para o mandato-tampão do governador do Rio de Janeiro.
  • A sessão foi retirada da pauta para priorizar um caso da Lei Maria da Penha.
  • Não há nova data definida para o julgamento do mandato-tampão.
  • Em abril, o processo foi pausado após um pedido de vista do ministro Flávio Dino.
  • O placar estava 4 a 1 a favor de eleições indiretas.
  • A discussão gira em torno da realização de eleições diretas, defendida pelo PSD, contra a decisão do TSE por eleições indiretas.
  • A necessidade de eleições surgiu após a inelegibilidade do ex-governador Cláudio Castro.
  • Ricardo Couto de Castro, do TJRJ, está como governador interino.

Agência Brasil Supremo Tribunal Federal (STF)
Supremo Tribunal Federal (STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou mais uma vez o julgamento sobre a realização de eleições para o mandato-tampão do governador do Rio de Janeiro. A sessão estava marcada para hoje, mas foi retirada da pauta.

A mudança ocorreu porque os ministros decidiram priorizar um julgamento sobre a Lei Maria da Penha, relacionado a casos de violência contra a mulher fora do ambiente familiar.

A nova data para o julgamento do mandato-tampão ainda não foi definida. Em abril, ele foi interrompido após um pedido de vista do ministro Flávio Dino, com o placar parcial em 4 a 1 pela eleição indireta.

A ação no STF discute a realização de eleições diretas, como defende o diretório estadual do PSD, contrariando a definição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que optou por uma votação indireta, a ser realizada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A eleição tornou-se necessária após a linha sucessória do estado ficar desfalcada. O ex-governador Cláudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE em março, desencadeando a decisão por eleições indiretas.

O ex-vice-governador Thiago Pampolha, que assumiu uma vaga no Tribunal de Contas do estado em 2025, mais o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, também fora da linha sucessória. Atualmente, Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), exerce o cargo de governador interino.

Fonte: Agência Brasil