Política

Condenação no STF

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro no STF

Condenação solicitada por coação no processo contra ministros do Supremo

Da Redação

12 de maio de 2026 às 08:00 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • A PGR solicitou que o STF condene Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo.
  • O pedido foi feito por Paulo Gonet, procurador-geral da República.
  • Em novembro, o STF aceitou denúncia contra Eduardo por tentar influenciar tarifas e vistos através dos EUA.
  • Eduardo Bolsonaro é acusado de ameaçar ministros do STF para proteger seu pai, Jair Bolsonaro.
  • As ações de Eduardo teriam prejudicado setores econômicos brasileiros devido às sobretarifas impostas pelos EUA.
  • Eduardo está nos EUA desde o ano passado e perdeu seu mandato na Câmara por faltas.
  • A Defensoria Pública da União defendeu Eduardo, alegando imunidade parlamentar.

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro no STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo.

O pedido faz parte das alegações finais enviadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia envolvendo o ex-parlamentar, que atuou junto ao governo dos Estados Unidos na promoção de tarifas contra o Brasil e suspensões de vistos de ministros.

Segundo Gonet, Eduardo Bolsonaro ameaçou obter sanções contra ministros da Corte para proteger Jair Bolsonaro de condenação no processo da trama golpista. "Comprovou-se que o réu utilizou ameaças contra as autoridades do julgamento da AP 2.668 para favorecer seu pai", declarou o procurador.

A PGR destacou que as ações trouxeram prejuízos ao Brasil, impactando diversos setores econômicos onerados por sobretarifas norte-americanas. Eduardo está nos Estados Unidos desde o ano passado e perdeu o mandato por faltas na Câmara dos Deputados.

Defesa

Sem advogado constituído, Eduardo Bolsonaro foi defendido pela Defensoria Pública da União (DPU), que alegou imunidade parlamentar para suas declarações.

Fonte: Agência Brasil



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