Política

Investimento em Segurança

Governo Lula investe mais R$ 11 bilhões no combate ao crime organizado no Brasil

Programa Brasil Contra o Crime Organizado recebe apoio do BNDES para ações estratégicas.

Da Redação

12 de maio de 2026 às 11:53 ▪ Atualizado há 59 minutos

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  • O presidente Lula lançou o programa Brasil Contra o Crime Organizado com R$ 11 bilhões em recursos.
  • O financiamento inclui R$ 1 bilhão do Orçamento da União e R$ 10 bilhões de empréstimos do BNDES para estados.
  • O programa foi desenvolvido em colaboração com estados, especialistas e forças de segurança pública.
  • Os quatro eixos estratégicos são: asfixia financeira de grupos criminosos, fortalecimento da segurança prisional, qualificação de investigações de homicídios e combate ao tráfico de armas.
  • Lula destacou a importância de destruir o potencial financeiro das facções e atuar internacionalmente.
  • A implementação será através de um decreto e portarias, com estados aderindo para acessar os recursos do BNDES.

Governo Lula investe mais R$ 11 bilhões no combate ao crime organizado no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança o programa Brasil Contra o Crime Organizado com um investimento de R$ 11 bilhões, incluindo R$ 1 bilhão do Orçamento da União e R$ 10 bilhões em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para os estados.

“Este programa foi construído em diálogo com estados, especialistas e forças de segurança pública, visando desarticular as bases econômicas, operacionais e sociais das organizações criminosas em todo o país”, afirmou a Presidência em comunicado.

O projeto se baseia em quatro eixos estratégicos:

  • asfixia financeira de grupos criminosos;
  • fortalecimento da segurança no sistema prisional;
  • qualificação da investigação e esclarecimento de homicídios;
  • combate ao tráfico de armas.

Em declaração recente, o presidente Lula enfatizou a necessidade de "destruir o potencial financeiro do crime organizado e das facções", destacando ações cooperativas em nível internacional.

"Vamos enfrentar o problema pela raiz, incluindo o aspecto financeiro. As facções agora operam como multinacionais, presentes em vários setores", acrescentou o presidente.

O programa será formalizado por meio de um decreto e quatro portarias presidenciais. Estados precisarão aderir para acessar os recursos do BNDES.

Fonte: Agência Brasil



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