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TENSÃO NO STF

Luciano, da dupla com Zezé, interrompe show para pedir orações por André Mendonça

Manifestação ocorreu durante apresentação da dupla em Blumenau, em Santa Catarina

Da Redação

04 de setembro de 2026 às 13:22 ▪ Atualizado há 9 minutos


Instagram Zezé Di Camargo e Luciano durante show em Blumenau (SC)
Zezé Di Camargo e Luciano durante show em Blumenau (SC)

A dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano interrompeu um show em Blumenal, em Santa Catarina, para manifestar apoio ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Luciano pediu ao público que fizesse orações pelo magistrado.

Durante a fala, o cantor afirmou que Mendonça é um homem que não tem medo de defender aquilo em que acredita e destacou sua ligação religiosa com o ministro.

“Vamos pedir uma oração para este homem. Um homem que não tem medo de colocar aquilo que ele crê, aquilo que ele acredita. Pastor da igreja que eu congrego em São Paulo e que está, assim, fazendo diferença neste país”, declarou Luciano.

Na sequência, o cantor voltou a pedir o apoio da plateia. 

“Então, um carinho para ele e as orações de vocês. Se assim vocês puderem”, afirmou. A manifestação foi acompanhada por aplausos de Zezé e do público.


Manifestação ocorre em meio a tensão no STF

O posicionamento dos cantores ocorre em um momento de forte repercussão envolvendo André Mendonça e outros integrantes do STF. A manifestação de Luciano aconteceu dias após Mendonça retirar o sigilo de documentos relacionados às investigações envolvendo o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

A divulgação dos documentos trouxe à tona mensagens e informações que citam Vorcaro, o ministro Alexandre de Moraes e o escritório de advocacia da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes. O episódio ampliou as tensões internas na Corte.

Em 3 de setembro, Moraes encaminhou a Edson Fachin, presidente do STF, um pedido para investigar Mendonça, alegando possíveis irregularidades relacionadas à condução de investigações. Fachin retirou o pedido do âmbito do inquérito das fake news e determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a admissibilidade e a regularidade da solicitação.

Fonte: Veja