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Consórcio SITT inicia novas negociações com Strans e constrói minuta financeira

Em reunião com o consórcio, o superintendente da Strans, Cláudio Pessoa, compreendeu que as empresas defendem o diálogo e sugeriu a possibilidade da constituição de um auxílio temporário


Naiara Moraes

Naiara Moraes Foto: Divulgação

Empresários e a presidência do Consórcio SITT se reuniram nesta terça-feira (14), com o superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), major Cláudio Pessoa, para novas negociações em busca de soluções efetivas e claras para o sistema de transporte público de Teresina. Na reunião, foram discutidos pontos sobre as respostas protocoladas pelo Consórcio SITT na segunda-feira, 13, soluções para o setor e proposta da Strans para a constituição de um auxílio temporário para as empresas de transporte coletivo.

A reunião foi provocada pela advogada Naiara Moraes, representante do SITT e consultora jurídica do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT). "O encontro foi motivado para dar continuidade aos diálogos e esclarecer alguns pontos sobre as respostas que foram dadas e protocoladas pelo Consórcio SITT à Strans. Estamos reiniciando a construção de uma nova minuta que traga informações financeiras importantes para a retomada do serviço", disse.

No encontro com empresários, o superintendente da Strans, major Cláudio Pessoa, apresentou-se solicito aos posicionamentos das empresas e diálogo de ideias, no sentido de compreender as dificuldades das empresas. Cláudio Pessoa compreendeu que as empresas defendem o diálogo e sugeriu a possibilidade da constituição de um auxílio temporário, com foco no reestabelecimento dos serviços prestados à população de Teresina.

Naiara Moraes reforça que o Consórcio SITT e empresários estão dispostos a dialogar com o ente municipal. "Os consórcios e as empresas, individualmente, reiteram que continuam abertos ao diálogo, no sentido de construir uma proposta financeira aplicável e esperam que nessa nova rodada de negociações seja apresentada uma solução necessária para o setor", conclui a consultora jurídica do SETUT.

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