Brasil

GUIA PARA EL NINO

Associação de Municípios lança guia para enfrentar El Niño

Documento orienta prefeituras sobre prevenção e resposta aos impactos climáticos.

Teresinha Ferreira

26 de julho de 2026 às 12:00 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Associação Brasileira de Municípios (ABM) lançou um guia para prefeitos e equipes técnicas visando enfrentar o El Niño.
  • Estudos indicam 81% de probabilidade do fenômeno ser muito forte entre outubro e dezembro.
  • Há 97% de chance do El Niño permanecer ativo até 2027.
  • Efeitos regionais incluem: redução de chuvas e risco de queimadas no Norte e Nordeste; incêndios no Centro-Oeste; calor e chuvas irregulares no Sudeste; temporais e enchentes no Sul.
  • O guia oferece orientações sobre mapeamento de riscos, planos de contingência e ações emergenciais.
  • A resposta a desastres deve envolver múltiplos setores como saúde, infraestrutura e meio ambiente.
  • O guia está disponível gratuitamente no portal da ABM.

Agência Brasil Guia para enfretamento de EL Nino
Guia para enfretamento de EL Nino

A Associação Brasileira de Municípios (ABM) lançou um guia para orientar prefeitos e equipes técnicas na prevenção e enfrentamento dos impactos do El Niño. O fenômeno pode atingir intensidade muito forte nos próximos meses.

Segundo a entidade, estudos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA indicam 81% de probabilidade de o fenômeno alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. Além disso, há 97% de chance de o El Niño permanecer ativo até 2027.

Conforme a ABM, os efeitos variam regionalmente. No Norte e Nordeste, espera-se redução das chuvas, estiagens e aumento do risco de queimadas. O Centro-Oeste pode enfrentar mais incêndios devido ao calor e baixa umidade. O Sudeste deve ter calor intenso e irregularidade nas chuvas, enquanto o Sul pode sofrer com temporais, enchentes e deslizamentos.

O Guia Prático para Enfrentamento ao Super El Niño e Eventos Climáticos Extremos apresenta orientações para prevenção, resposta e recuperação. As recomendações incluem mapeamento de áreas de risco, atualização de planos de contingência e organização de ações emergenciais.

A ABM destaca que a resposta a desastres climáticos deve envolver setores como saúde, assistência social, infraestrutura, educação, meio ambiente e finanças. O guia está disponível gratuitamente no portal da ABM.

Fonte: Agência Brasil