CAMPANHA

Sesapi destaca Setembro Amarelo e alerta sobre a importância de discutir a saúde mental

O objetivo da campanha é conscientizar a população sobre formas de prevenção ao suicídio e reduzir o preconceito que envolve esse grave problema


Virginia Pinheiro reforça que os cuidados não podem ser feitos somente no mês de setembro

Virginia Pinheiro reforça que os cuidados não podem ser feitos somente no mês de setembro Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realiza a programação da Campanha Setembro Amarelo, chamando a atenção para a importância de discutir a saúde mental. A temática de 2021 é  “Prevenção e Posvenção do suicídio: Vidas que ficam, Vidas que importam”. Será realizado atendimento à população de forma on-line por meio dos Caps estaduais; webnários e rodas de conversa sobre o problema.

O Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) aponta que a média brasileira é de 5,6 mortes por suicídio a cada grupo de 100 mil habitantes. O Piauí apresenta quase o dobro desta taxa, atingindo uma média de 10 mortes, de acordo com o levantamento feito entre os anos de 2010 e 2017.

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Segundo a gerente de Saúde Mental da Sesapi, Virgínia Pinheiro, os cuidados com a saúde mental são negligenciados por algumas pessoas. “A campanha evidencia a importância da identificação dos sinais de alerta que acompanham um caso de adoecimento mental, identificação de possibilidades de cuidado e a importância de se procurar um profissional adequado para fazer um acompanhamento”, alerta.

Virginia Pinheiro reforça que os cuidados não podem ser feitos somente no mês de setembro. “Nós temos toda uma rede de assistência psicossocial para a população. Quem precisar de ajuda pode contar com um acompanhamento de qualidade, com profissionais qualificados para atender a população da maneira correta, além de analisar e formar um mapa mental do estado do Piauí para basear nossas ações”, diz a gerente.

O secretário da Saúde, Florentino Neto, destaca que é essencial que todos que identifiquem uma situação de sofrimento psíquico busquem apoio com a rede de atendimento do estado. “Nossa rede de assistência está pronta e capacitada para atender nossa população. Caso você identifique uma situação de adoecimento mental, procure os serviços disponíveis do seu município. O atendimento terá qualidade e a população receberá o apoio necessário”, destaca o gestor.

Fonte: CCOM

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