Política

Decisão do STF

STF impede novos penduricalhos para servidores públicos

Decisão frustra reestruturação para justificar benefícios e cumpre teto de R$ 46,3 mil.

Teresinha

08 de maio de 2026 às 15:17 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O STF proibiu a criação de novos incentivos e limitou os "penduricalhos" a juízes e membros do MP.
  • Somados ao salário, esses benefícios não podem ultrapassar o teto de R$ 46,3 mil.
  • A decisão impede reformulações em cargos do Judiciário e outras áreas para justificar novos benefícios.
  • Ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin assinaram a decisão.
  • Tribunais tentaram criar gratificações para contornar a decisão do STF.
  • Salários devem ser pagos em contracheque único, refletindo o valor real.
  • O modelo visa impedir práticas de equiparação remuneratória entre órgãos distintos.
  • Em março, o STF limitou indenizações adicionais a 35% do salário.

STF impede novos penduricalhos para servidores públicos

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu proibir a criação de novos incentivos nesta sexta-feira (8), após limitar o pagamento de penduricalhos a juízes, membros do Ministério Público e outras categorias. Esses benefícios, somados ao salário, não podem ultrapassar o teto constitucional de R$ 46,3 mil.

A decisão impede reformulações na estrutura de cargos no Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, Advocacia Pública e Defensoria Pública que visem justificar novos benefícios.

Ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin assinaram a deliberação, motivada por tentativas de tribunais de classificar comarcas como de difícil provimento e criar gratificações de plantão para contornar a decisão do STF.

A decisão também determina que salários sejam pagos em contracheque único, refletindo o valor real depositado na conta dos servidores.

"O modelo do STF visa impedir práticas de equiparação remuneratória entre órgãos distintos", destacaram os ministros.

Em março, os ministros decidiram limitar indenizações adicionais a 35% do valor do salário, permitindo que juízes, promotores e procuradores recebam até R$ 62,5 mil mensais.

O acórdão da decisão foi publicado na mesma data, permitindo que associações de servidores recorram. Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp.

Fonte: Agência Brasil



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