ELEIÇÕES 2026
Da Redação
09 de setembro de 2026 às 09:47 ▪ Atualizado há 38 minutos
O governador e candidato à reeleição Rafael Fonteles (PT) defendeu, nessa terça-feira (8), maior participação de igrejas e organizações da sociedade civil na discussão e elaboração de políticas públicas no Piauí. A declaração ocorreu durante um encontro com a comunidade cristã promovido pela Escola de Fé e Política Dom Miguel Câmara, em Teresina.
Durante o evento, Rafael apresentou propostas para um eventual segundo mandato nas áreas de saúde, educação e assistência social e afirmou que pretende continuar ouvindo diferentes setores da sociedade para aperfeiçoar seu plano de governo.
“Nós, que defendemos um governo participativo, temos que ouvir os movimentos sociais, entidades do terceiro setor e as igrejas”, afirmou. Segundo o candidato, essas instituições estão próximas das comunidades e podem contribuir com sugestões e parcerias para enfrentar problemas sociais.

Na educação, Rafael citou a ampliação do ensino em tempo integral como uma das principais estratégias para reduzir desigualdades. Ele também destacou resultados atribuídos à gestão, como a nota 5 do Piauí no Ideb do ensino médio e a redução da evasão escolar de 2,4% para 0,4%.
Para a saúde, o candidato apontou a regulação de consultas, exames e procedimentos como um dos principais desafios. A proposta apresentada é integrar os sistemas municipais e estaduais para criar uma regulação única.

Rafael também citou o Regula Fácil, ferramenta de transformação digital que, segundo ele, permitirá ao usuário acompanhar sua posição na fila e realizar agendamentos sem precisar retornar várias vezes à unidade de saúde para obter informações.
Na assistência social, a proposta é criar uma fonte permanente de financiamento para o Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Rafael afirmou ainda que o Estado mantém em dia o cofinanciamento destinado aos municípios e destacou a redução da extrema pobreza no Piauí.

Ao falar sobre o plano para um eventual segundo mandato, o candidato afirmou que o documento deverá continuar sendo atualizado a partir das demandas apresentadas pela população durante a campanha.
“Ele é a bússola da nossa gestão, caso venhamos a ser eleitos. (...) não é algo estático”, declarou.
O encontro ocorreu no Auditório Dom Avelar Brandão Vilela, em Teresina, e reuniu representantes da comunidade cristã para discutir propostas e questões sociais que podem fazer parte da agenda do próximo governo.
Fonte: Ascom
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