Política

Alta abusiva de combustíveis

Projeto busca criminalizar alta abusiva nos combustíveis

Deputado Merlong Solano prevê ajustes no texto para acordo no plenário; pena pode chegar a cinco anos

Da Redação

19 de maio de 2026 às 17:13 ▪ Atualizado há 42 minutos

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  • Merlong Solano, relator do PL 1625/26, defende a aprovação do projeto que combate aumentos abusivos nos preços dos combustíveis.
  • Ele está aberto a dialogar e fazer ajustes no texto para garantir consenso no Plenário.
  • O projeto prevê detenção de 2 a 5 anos e multa para aumentos de preços sem justificativa.
  • Durante calamidades ou crises, as penas podem ser aumentadas em até 50%.
  • O governo está adotando outras medidas para mitigar os efeitos da guerra no Oriente Médio.
  • Outro projeto em pauta é o PL Complementar 114/26, que propõe usar receita do petróleo para estabilizar preços dos combustíveis.

Projeto busca criminalizar alta abusiva nos combustíveis

19/05/2026 - 13:21

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Instalação e Eleição de Presidente e Vice-Presidentes. Dep. Merlong Solano (PT - PI)
Merlong Solano: "Estou aberto a dialogar com lideranças que tenham alguma ressalva"
Merlong Solano (PT-PI), relator do projeto de lei para combater o aumento abusivo de preços dos combustíveis, defende a aprovação do PL 1625/26. Ele declarou que está disposto a ajustar o texto para garantir consenso no Plenário.

O deputado discutiu o tema no Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, nesta terça-feira. O projeto está na pauta do Plenário da Câmara hoje.

“Apresentei um parecer favorável. Estou aberto a dialogar e receber contribuições para melhorar o texto”, afirmou. A proposta prevê pena de detenção de 2 a 5 anos e multa para aumentos sem justa causa visando lucros abusivos.

Se o ato ocorrer durante calamidade pública, crise de abastecimento ou instabilidades, como na recente guerra entre EUA e Irã, as penas podem aumentar de 1/3 a 1/2. Solano destacou outras ações do governo para mitigar os efeitos do conflito no Oriente Médio, como incentivos ao diesel e redução de tributos sobre combustíveis.

“A guerra trouxe instabilidade, mas é crime aumentar injustificadamente lucros em detrimento dos demais setores”, afirmou.

O Plenário também pode votar o Projeto de Lei Complementar 114/26, que propõe usar receita extraordinária do aumento do barril do petróleo para estabilizar preços de combustíveis.

Da Rádio Câmara
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Agência Câmara



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