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Política e Justiça

Hugo Motta critica decisão judicial sobre o Legislativo

Presidente da Câmara defende a legalidade das emendas parlamentares

Teresinha Ferreira

11 de julho de 2026 às 13:14 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Hugo Motta criticou uma decisão judicial que considera uma interferência nas atividades do Parlamento.
  • Defendeu a legalidade na alocação de emendas parlamentares e a integridade dos assessores da Câmara.
  • A decisão não apontou desvios, mas foi vista como uma tentativa de criminalizar a atividade política.
  • Ele afirmou que a distribuição das emendas segue a legislação e compromissos entre Executivo e Legislativo.
  • Destacou a normalidade administrativa na operação das indicações de emendas.
  • Reafirmou o compromisso da Câmara com transparência, legalidade e independência.

De acordo com Motta, a decisão judicial sobre as emendas ao Orçamento não aponta qualquer desvio
De acordo com Motta, a decisão judicial sobre as emendas ao Orçamento não aponta qualquer desvio

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, expressou seu descontentamento com uma decisão judicial que, segundo ele, representa "indevida intervenção" nas atividades do Parlamento. Em nota oficial, Motta defendeu a legalidade na alocação de emendas parlamentares e manifestou confiança nos assessores da Casa.

De acordo com Motta, a decisão judicial sobre as emendas ao Orçamento não aponta qualquer desvio ou aplicação indevida de recursos, mas tenta "criminalizar a atividade política". Ele afirmou que a distribuição dessas emendas segue adequadamente a legislação vigente e os compromissos entre Executivo e Legislativo.

O presidente da Câmara destacou a integridade do trabalho dos servidores, afirmando que a autorização para que as equipes operem as indicações de emendas ocorre dentro da normalidade administrativa do mandato parlamentar. "Não há qualquer irregularidade", reforçou.

Por fim, Hugo Motta reafirmou o compromisso da Câmara dos Deputados em agir com transparência, respeito legal e independência legislativa contínua.

Leia a nota na íntegra:

A Presidência da Câmara dos Deputados manifesta seu inconformismo diante da indevida intervenção judicial no mérito de atividade típica do Parlamento.

A decisão em questão não identifica desvio, abuso ou aplicação irregular de verbas públicas. Limita-se a tentar criminalizar a atividade política. A alocação das emendas está em conformidade com a moldura normativa vigente e com os compromissos institucionais estabelecidos entre o Executivo e o Legislativo.

Registro confiança no trabalho dos servidores. A autorização conferida para que as equipes assessorem operacionalizações conforme a direção partidária está dentro da normalidade administrativa e não traduz qualquer irregularidade.

A Câmara continuará conduzindo suas atividades com transparência, respeito à ordem jurídica e independência.

Da Redação - WS

Fonte: Agência Câmara