AGRICULTURA FAMILIAR
Natalia Costa
02 de julho de 2026 às 14:47 ▪ Atualizado há 44 minutos
A pré-candidata a deputada federal e ex-secretária estadual da mulher, Zenaide Lustosa participou da III Feira da Agricultura Familiar, realizada na Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina, e destacou a importância do fortalecimento do setor para o desenvolvimento econômico e social do estado. Durante entrevista, ela afirmou que a agricultura familiar precisa de mais investimentos e maior participação no orçamento público.
Segundo Zenaide Lustosa, ampliar o financiamento para o segmento é uma das propostas que pretende defender caso seja eleita. A pré-candidata ressaltou que a agricultura familiar ocupa papel estratégico na produção de alimentos e na geração de renda para milhares de famílias piauienses.
"Eu acredito que é um projeto que a gente tem que avançar mais no Piauí, mais financiamento, se requer que a gente tenha mais orçamento, que é uma das nossas propostas, que a gente possa construir projetos para colocar a agricultura familiar no centro da economia, que hoje é a responsável pela maioria do que está no seu prato, do que você está comendo."
Durante a visita à feira, a pré-candidata também destacou o protagonismo feminino na produção e comercialização dos alimentos. Para ela, as mulheres desempenham papel fundamental no fortalecimento da agricultura familiar e da economia local.
A pré-candidata ressaltou ainda a diversidade da produção nos diferentes territórios piauienses e incentivou a população a visitar o evento, que reúne agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e empreendimentos da economia solidária.
Questionada sobre as principais pautas que pretende defender na Câmara dos Deputados, caso seja eleita, ela afirmou que pretende priorizar políticas voltadas à justiça social, aos direitos humanos, à segurança e à autonomia econômica das mulheres.
"Vamos estar pautando a segurança, a autonomia econômica e financeira, porque a gente acredita que a gente pode transformar a vida das pessoas, principalmente das mulheres, quando elas se sentem seguras, têm espaços que possam ser acolhidos no caso de violência, mas também que tenham uma qualificação e que sejam incluídas no mercado de trabalho."
Assista a entrevista completa:
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