ELEIÇÕES 2026
Da Redação
03 de setembro de 2026 às 14:56 ▪ Atualizado há 28 minutos
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu à Justiça Eleitoral a impugnação do registro de candidatura de sete políticos que disputam as eleições de 2026 no Piauí. Entre os nomes estão Elizeu Aguiar (Novo), candidato ao Governo do Piauí, e Jadyel Alencar (Republicanos), que busca a reeleição para a Câmara dos Deputados. Também são alvo dos pedidos Irmão Veloso (PSDB), Cleiton Popular (PL), Samuel Coêlho (PL), Antonio de Deus (Democracia Cristã) e Deri Sousa (PSOL).
Os pedidos de impugnação foram apresentados ao Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), responsável pela análise dos registros de candidatura e dos questionamentos apresentados pelo Ministério Público Eleitoral.
O que é impugnação de candidatura?
A impugnação é um pedido apresentado à Justiça Eleitoral para questionar o registro de uma candidatura. Ela pode ser apresentada quando há alegação de que o candidato não atende a algum requisito legal ou está enquadrado em uma hipótese de inelegibilidade. O pedido é analisado pela Justiça Eleitoral, que decidirá se o registro deve ser deferido ou não. Portanto, uma candidatura ser alvo de impugnação não significa que o candidato já esteja impedido de disputar a eleição.
Confira a lista
Elizeu Aguiar
Elizeu Aguiar (Novo) é candidato ao Governo do Piauí. Segundo o MPE, o pedido de impugnação está relacionado à rejeição de contas públicas por irregularidade considerada insanável e associada a ato de improbidade administrativa.
Jadyel Alencar
Jadyel Alencar (Republicanos) é candidato a deputado federal. O Ministério Público Eleitoral aponta como motivo para o pedido de impugnação uma condenação por crime previsto entre as hipóteses de inelegibilidade estabelecidas pela legislação eleitoral.
Irmão Veloso
Irmão Veloso (PSDB) disputa uma vaga de deputado federal. O pedido apresentado pelo MPE está relacionado a contas de campanhas anteriores julgadas como não prestadas, situação que impede a obtenção da quitação eleitoral.
Cleiton Popular
Cleiton Popular (PL) também é candidato a deputado federal. Conforme o pedido do Ministério Público Eleitoral, ele possui condenação por crime previsto nas hipóteses de inelegibilidade da legislação eleitoral.
Samuel Coêlho
Samuel Coêlho (PL) disputa o cargo de deputado estadual. O motivo apontado pelo MPE é a existência de contas de campanhas anteriores julgadas como não prestadas.
Antonio de Deus
Antonio de Deus (Democracia Cristã) é candidato a deputado federal. O Ministério Público Eleitoral também questiona o registro em razão de contas de campanhas anteriores que foram julgadas como não prestadas.
Deri Sousa
Deri Sousa (PSOL) é candidato a deputado estadual. O pedido de impugnação apresentado pelo MPE tem como fundamento uma condenação por crime previsto entre as hipóteses de inelegibilidade previstas na legislação eleitoral.
Os pedidos ainda serão analisados pela Justiça Eleitoral. A apresentação de uma ação de impugnação pelo Ministério Público Eleitoral não significa, por si só, que o candidato esteja definitivamente impedido de disputar a eleição. Cabe ao TRE-PI analisar os argumentos apresentados e decidir sobre a situação de cada candidatura.
Fonte: MPE
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