Política

Mobilidade urbana

Câmara aprova faixas exclusivas para motos em mobilidade urbana

Proposta visa aumentar segurança e andamento do trânsito nas cidades

Da Redação

18 de maio de 2026 às 11:55 ▪ Atualizado há 48 minutos

Ver resumo
  • A Comissão de Viação e Transportes da Câmara aprovou um projeto para criar faixas exclusivas para motos em vias urbanas.
  • O projeto modifica a Política Nacional de Mobilidade Urbana, dando às prefeituras a autonomia para decidir sobre a implementação.
  • As cidades deverão basear a decisão em estudos técnicos e no planejamento local.
  • O relator, deputado Gilberto Abramo, apoiou a aprovação da versão ajustada do projeto.
  • O objetivo é aumentar a segurança dos motociclistas e melhorar o fluxo do trânsito.
  • A proposta prioriza áreas com alta incidência de acidentes e propõe soluções sem imposições rígidas.
  • O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Câmara aprova faixas exclusivas para motos em mobilidade urbana


Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Homenagem à data nacional da criação do Estado de Israel. Dep. Gilberto Abramo (REPUBLICANOS-MG)
Gilberto Abramo é o relator da proposta
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que propõe a criação de faixas exclusivas para motocicletas, motonetas e ciclomotores em vias urbanas. A proposta modifica a Política Nacional de Mobilidade Urbana, concedendo autonomia às prefeituras para decidirem sobre a implementação dessas faixas. Cada cidade deverá avaliar a viabilidade da implantação com base em estudos técnicos e no planejamento local.
O relator, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), recomendou a aprovação da versão ajustada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano ao Projeto de Lei 1759/25, de autoria do deputado Gabriel Nunes (PSD-BA).

O objetivo é aumentar a segurança dos motociclistas e garantir melhor fluidez no trânsito, respondendo ao crescimento da frota de motos e acidentes fatais envolvendo esses veículos.

Abramo destacou que os gestores municipais são os melhores conhecedores das realidades locais para definir soluções adequadas, priorizando áreas com maior incidência de acidentes. “O substitutivo apresenta uma solução equilibrada, tratando o tema como política de mobilidade urbana sem imposições rígidas”, afirmou.

Próximas etapas
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara



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