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Câmara analisa punição por uso de IA em violência digital contra mulheres

Propostas sobre combustíveis, medicamentos e acessibilidade também estão na pauta

Da Redação

03 de junho de 2026 às 09:40 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Câmara dos Deputados discute projeto que criminaliza o uso de IA para manipular mídias em violência contra mulheres.
  • A proposta é incluir punições na Lei Maria da Penha para adulteração de mídias por IA com intenção de constranger mulheres.
  • O relator deu parecer favorável, prevendo pena de 2 a 4 anos e multa.
  • Outro projeto em pauta autoriza uso de arrecadação extra para reduzir tributos sobre combustíveis.
  • A Câmara também pode votar projetos sobre assistência a pessoas com epilepsia e compras de medicamentos pelo SUS.
  • Está na pauta a atualização do Símbolo Internacional de Acessibilidade para incluir novos tipos de deficiência.

Câmara analisa punição por uso de IA em violência digital contra mulheres

A Câmara dos Deputados discute, nesta quarta-feira (3), o projeto de lei que criminaliza o uso de inteligência artificial para manipular mídias em atos de violência contra mulheres. A sessão acontece no Plenário Ulysses Guimarães, às 10 horas.

A proposta, de autoria do deputado Fred Linhares (Republicanos-DF), busca incluir no texto da Lei Maria da Penha punições severas para quem usar sistemas de IA para adulterar mídias com intenção de constranger ou ameaçar mulheres no âmbito doméstico.

O relator, deputado Pr. Marco Feliciano (PL-SP), deu um parecer favorável ao projeto, que estabelece pena de 2 a 4 anos de reclusão, além de multa.

Também está em pauta o Projeto de Lei Complementar 114/26, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que autoriza o uso de arrecadação extra para reduzir tributos sobre combustíveis. A deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) apresentou um substitutivo para preservar o regime fiscal dos biocombustíveis.

Na área da saúde, a Câmara pode votar o Projeto de Lei 5538/19, que cria o Programa Nacional de Assistência às Pessoas com Epilepsia, e o PL 424/2015, que dispensa a licitação para compra de medicamentos hemoderivados pelo SUS.

Além disso, o Projeto de Lei 2199/22, que promove uma atualização no Símbolo Internacional de Acessibilidade, incluindo novos tipos de deficiência, também está na pauta.

Fonte: Agência Câmara



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