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EMAGRECEDORES INJETÁVEIS

Prisão no aeroporto de Teresina leva PF a desmontar esquema de medicamentos emagrecedores

Operação da PF mira venda ilegal de medicamentos emagrecedores em Teresina

Da Redação

12 de maio de 2026 às 08:38 ▪ Atualizado há 31 minutos


PF desarticula contrabando de medicamentos emagrecedores em Teresina
PF desarticula contrabando de medicamentos emagrecedores em Teresina

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Falso Clique, com o objetivo de desarticular uma rede de comercialização clandestina de medicamentos emagrecedores contrabandeados em Teresina. Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em residências de investigados, por determinação da 3ª Vara Federal da capital piauiense.

A operação acontece após a prisão de dois passageiros no aeroporto de Teresina na última sexta-feira (8), durante fiscalização de rotina. O casal foi flagrado com várias mercadorias importadas, incluindo medicamentos de origem estrangeira proibidos pela Anvisa.

O material foi apreendido e isso reforçou as suspeitas sobre a entrada irregular dos produtos no estado, levando à PF a avançar nas investigações.

Durante o cumprimento das ordens judiciais de hoje, os policiais localizaram uma grande quantidade de medicamentos sem registro ou autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de produtos sem comprovação de origem lícita e armazenados de forma irregular. 

Segundo a PF, a situação configurou flagrante delito, resultando na apreensão dos medicamentos e na condução de um dos responsáveis para os procedimentos de polícia judiciária.

As investigações apontam que os suspeitos integravam uma rede estruturada de venda ilegal de medicamentos injetáveis para emagrecimento, comercializados de forma pública e contínua por meio de plataformas digitais. Os produtos eram importados clandestinamente e mantidos em residências particulares, sem seguir normas técnicas de armazenamento e refrigeração, colocando consumidores em risco.

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de contrabando, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, além de infrações sanitárias. Em relação a um dos alvos, também há apuração pelo crime de lavagem de dinheiro.

Segundo a Polícia Federal, a Operação Falso Clique segue em andamento e novas diligências não estão descartadas.

Fonte: Polícia Federal



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