Polícia

CRIANÇA ASSASSINADA

Polícia investiga morte de bebê de 10 meses no Ceará

Criança morreu na segunda-feira (13), em Fortaleza; Polícia Civil apura suspeita de violência sexual e aguarda laudos periciais para esclarecer a causa da morte.

Teresinha Ferreira

15 de julho de 2026 às 06:46 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • Uma bebê de 10 meses morreu em Fortaleza, Ceará, gerando uma investigação policial.
  • A Polícia Civil investiga uma suspeita de violência sexual contra a criança.
  • O caso está sendo conduzido pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa).
  • A bebê foi encontrada desacordada e levada para atendimento médico, mas não resistiu.
  • Pessoas próximas à criança, incluindo a mãe e um tio, foram ouvidas como testemunhas.
  • O padrasto e um primo dele são apontados como principais investigados.
  • Laudos periciais serão essenciais para determinar a causa da morte e verificar sinais de violência.
  • O caso teve ampla repercussão, provocando indignação pública.
  • As conclusões dependem dos resultados periciais e do avanço da investigação.

Imagem ilustrativa Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) investiga as circunstâncias da morte de uma bebê de 10 meses em Fortaleza.
Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) investiga as circunstâncias da morte de uma bebê de 10 meses em Fortaleza.

Uma bebê de 10 meses morreu na segunda-feira, 13 de julho de 2026, em Fortaleza, no Ceará, em um caso que provocou repercussão e está sendo investigado pela Polícia Civil. A ocorrência foi registrada no bairro Dionísio Torres, e a apuração considera a suspeita de violência sexual contra a criança.

O caso está sob investigação da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa). Informações divulgadas inicialmente apontam pessoas próximas à criança entre os investigados, mas a Polícia Civil ainda trabalha para esclarecer a dinâmica dos acontecimentos e a eventual responsabilidade individual de cada envolvido. 

Bebê foi levada para unidade de saúde

Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a criança foi encontrada desacordada e levada para atendimento médico. Apesar das tentativas de socorro, ela não resistiu. A morte mobilizou as forças de segurança e deu início à investigação. Pessoas ligadas à criança foram encaminhadas à Dececa para prestar esclarecimentos. A mãe e um tio da bebê foram ouvidos como testemunhas, segundo informações divulgadas pela imprensa cearense. Os depoimentos são considerados importantes para que os investigadores possam reconstruir as últimas horas de vida da criança, identificar quem estava com ela e esclarecer as circunstâncias que antecederam a morte.

Polícia apura suspeita de violência sexual

Uma das linhas de investigação considera a possibilidade de que a bebê tenha sido vítima de violência sexual.  A causa oficial da morte ainda depende da conclusão dos laudos periciais, que deverão ser fundamentais para determinar o que provocou o óbito e verificar a existência de lesões compatíveis com violência. A investigação é conduzida pela unidade especializada da Polícia Civil responsável pela apuração de crimes contra crianças e adolescentes. As primeiras informações apontaram o padrasto da criança e um primo dele entre os principais investigados. Testemunhas teriam relatado sinais de embriaguez, circunstância que também deverá ser analisada durante a apuração. A ocorrência foi registrada  no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. A gravidade das suspeitas provocou manifestações de indignação e pedidos por esclarecimento.

Repercussão do caso

A morte da bebê teve ampla repercussão por envolver uma criança de apenas 10 meses e pela suspeita de violência sexual. Apesar da repercussão, as conclusões sobre a causa da morte e sobre a responsabilidade dos investigados dependem dos resultados oficiais da perícia e do avanço do inquérito. A Polícia Civil deverá confrontar os depoimentos prestados com os resultados dos exames periciais e outros elementos reunidos durante a investigação. O caso permanece sob apuração.

Fonte: Metropole