COMBATE AO TRÁFICO
Por Isabel Fonseca
19 de abril de 2026 às 11:04 ▪ Atualizado há 6 horas
O Piauí já acumula a apreensão de 732,54 kg de entorpecentes nos primeiros meses de 2026. O total leva em conta operações realizadas pelo Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) até abril — ainda em andamento — e já supera com larga diferença o registrado no mesmo período de 2025, quando foram apreendidos 44,09 kg.
Desse volume, 602,86 kg são de maconha e 129,68 kg correspondem a crack e cocaína. As ações também resultaram na apreensão de 46 armas de fogo e 232 celulares, itens que costumam contribuir para o andamento das investigações.
As apreensões ocorreram em diferentes regiões do estado, envolvendo tanto operações de maior porte quanto ações pontuais. Só em abril, foram retirados de circulação 587 kg de maconha e 101 kg de crack e cocaína, um dos maiores volumes já concentrados em um único mês.
Os dados também indicam aumento no cumprimento de mandados judiciais e na retirada de armas, apontando para uma intensificação das ações ao longo de 2026.
O delegado Samuel Silveira, coordenador do Denarc, destaca que o trabalho de combate ao tráfico de drogas no Piauí tem avançado.
Temos intensificado ações que atingem diretamente as facções criminosas, com a prisão de traficantes de pequeno, médio e grande porte. Também atuamos fortemente no sequestro de bens e no combate à lavagem de dinheiro. É um trabalho progressivo, e a cada ano temos crescido. Em 2026, esse crescimento será ainda maior.
Esse cenário está ligado a uma sequência de investigações e operações integradas, muitas vezes com apoio de outras forças de segurança. Em algumas dessas ações, foram cumpridos dezenas de mandados contra grupos suspeitos de envolvimento com o tráfico, resultando em prisões e apreensões.
Além das operações mais amplas, o trabalho inclui intervenções localizadas. Em Teresina, por exemplo, um estabelecimento foi interditado após ser identificado como ponto de venda de drogas, mostrando como a atuação ocorre em diferentes escalas.
O volume expressivo chama atenção para a dimensão da circulação de entorpecentes no estado e, ao mesmo tempo, para a frequência das operações voltadas ao combate ao tráfico.
Fonte: Governo do Piauí
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