Economia

PETROBRAS

Petrobras lidera margem de lucro entre petroleiras globais

Estudo da Federação Única dos Petroleiros mostra Petrobras à frente de Aramco e ExxonMobil.

Teresinha Ferreira

16 de setembro de 2026 às 16:41 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • A Petrobras alcançou a maior margem de lucro entre as grandes petroleiras no primeiro semestre de 2026.
  • Superou a Saudi Aramco, ExxonMobil e Chevron.
  • Estudo realizado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP).
  • Coordenado pelo economista Cloviomar Cararine, do Dieese.
  • Comparação de resultados financeiros desde 2020.
  • Petrobras registrou margem de lucro de 29,15% e lucro líquido de R$ 85,1 bilhões.
  • Superou a margem de 25,48% da Saudi Aramco e 18,01% da Chevron.
  • Exclusão de empresas chinesas como Sinopec e PetroChina do estudo.
  • Eficiência operacional da Petrobras atribuída a aumento de produção e preços internacionais elevados.
  • Registro de recorde de produção e uso nas refinarias no segundo trimestre de 2026.

Agência Brasil Petrobras l
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A Petrobras alcançou a maior margem de lucro entre grandes petroleiras internacionais no primeiro semestre de 2026, superando a Saudi Aramco e as americanas ExxonMobil e Chevron. O levantamento é da Federação Única dos Petroleiros (FUP), divulgado na última quarta-feira (16).

Coordenado por Cloviomar Cararine, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o estudo comparou resultados financeiros desde 2020. Pela primeira vez, a Petrobras lidera o ranking de margem de lucro.

Lucro líquido aponta o dinheiro restante após deduzir custos, enquanto a margem de lucro mostra a eficiência na conversão de receitas em lucros. No primeiro semestre de 2026, a Petrobras registrou uma margem de 29,15% e lucro líquido de R$ 85,1 bilhões.

Os dados comparativos mostram a Petrobras à frente da Saudi Aramco (25,48%) e Chevron (18,01%). A análise excluiu empresas chinesas, como Sinopec e PetroChina.

O economista destaca a "grande eficiência operacional" da Petrobras, sustentada por aumento na produção e preços internacionais mais altos durante tensões no Oriente Médio. No segundo trimestre de 2026, a Petrobras registrou um recorde de produção e uso nas refinarias.

Fonte: Agência Brasil