Economia

SUBSÍDIOS

Governo destina R$ 3,33 bilhões para subsídios a combustíveis

Medida Provisória busca amenizar impacto no mercado de energia

Teresinha Ferreira

24 de julho de 2026 às 13:48 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O governo federal aprovou uma Medida Provisória (MP) que concede crédito de R$ 3,33 bilhões ao Ministério de Minas e Energia.
  • O crédito visa subsidiar a produção e importação de combustíveis.
  • R$ 2,1 bilhões serão destinados ao subsídio para o óleo diesel rodoviário.
  • R$ 1,23 bilhão financiará a subvenção para produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo.
  • A medida busca minimizar impactos do mercado de energia devido ao conflito no Oriente Médio.
  • A Agência Nacional do Petróleo (ANP) gerenciará os recursos.
  • A MP está em vigor, porém necessita de aprovação pelo Congresso Nacional em até 120 dias para continuar válida.

Senado Notícias Medida Provisória (MP) que concede um crédito extraordinário de R$ 3,33 bilhões
Medida Provisória (MP) que concede um crédito extraordinário de R$ 3,33 bilhões

O governo federal aprovou uma Medida Provisória (MP) que concede um crédito extraordinário de R$ 3,33 bilhões ao Ministério de Minas e Energia. O objetivo é reforçar o pagamento de subsídios à produção e importação de combustíveis. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última quinta-feira (23).

Do montante, R$ 2,1 bilhões são destinados ao subsídio para o óleo diesel de uso rodoviário, conforme previsto na MP 1.363/2026. Outros R$ 1,23 bilhão financiarão a subvenção autorizada pela MP 1.358/2026 para produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo.

A medida visa amenizar os efeitos do choque no mercado internacional de energia causado pelo conflito no Oriente Médio. O recurso será gerido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), sob a tutela do Ministério de Minas e Energia.

A MP já está em vigor, mas precisa ser analisada pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. Após essa etapa, seguirá para votação na Câmara dos Deputados e no Senado. Caso não seja aprovada em 120 dias, perderá sua validade.

Fonte: Senado Notícias