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Pedidos de CNH crescem 216% com novas regras no Brasil

Mais de 2 milhões de novos condutores obtêm habilitação em nove meses, diz ministério.

Teresinha Ferreira

10 de setembro de 2026 às 19:20 ▪ Atualizado há 44 minutos

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  • Houve um aumento de 216% nos pedidos de habilitação nos primeiros nove meses do programa CNH do Brasil.
  • Foram registradas 7,3 milhões de solicitações, comparadas a 2,3 milhões no ano anterior.
  • A digitalização do processo de habilitação possibilita futuras etapas remotas, reduzindo custos.
  • A participação feminina cresceu 18%, com inscrições subindo de 1,06 milhão para 1,25 milhão.
  • O Nordeste lidera em novos processos iniciados com 54,7%, seguido pelo Norte com 31,9%.
  • Economia de quase R$ 10 bilhões foi alcançada com a redução de custos de formação e renovação.
  • Exigências de aulas foram reduzidas, com curso teórico digital gratuito e prática mínima de duas horas.
  • Em 2026, 13,2% dos cursos foram conduzidos por instrutores autônomos.

Agência Brasil Pedidos de CNH
Pedidos de CNH

Nos primeiros nove meses do programa CNH do Brasil, houve um aumento de 216% nos pedidos de habilitação. Segundo o Ministério dos Transportes, foram registrados 7,3 milhões de solicitações, se comparado a 2,3 milhões no ano anterior.

O crescimento acompanha a implantação de novas regras que unificam o processo de habilitação em um ambiente digital. Futuras etapas podem ser realizadas de forma remota, reduzindo custos para os candidatos.

A participação feminina também subiu, com um crescimento de 18% nas inscrições entre mulheres, passando de 1,06 milhão para 1,25 milhão. No Nordeste, o índice de processos iniciados lidera, alcançando 54,7%, seguido pelo Norte com 31,9%.

O ministério destaca ainda uma economia de quase R$ 10 bilhões, atribuída à redução de valores das formações teórica e prática, além da renovação do documento e exames médicos.

A reformulação do programa reduziu as exigências de aulas, oferecendo o curso teórico de forma digital e gratuita. A carga mínima de aulas práticas foi reduzida de 20 para duas horas, permitindo a contratação de instrutores autônomos. Em 2026, 13,2% dos 4,2 milhões de cursos foram conduzidos por tais profissionais, contra 86,8% em centros de formação.

Fonte: Agência Brasil