ECONOMIA INFORMAL
Teresinha Ferreira
07 de setembro de 2026 às 11:33 ▪ Atualizado há 1 hora
Enquanto a Independência do Brasil era celebrada em Brasília, ambulantes como Renato Siqueira, conhecido como Palhaço Bolinha, aproveitavam a ocasião para garantir o sustento vendendo produtos coloridos. Renato, de 53 anos, equilibrou cerca de 30 quilos de balões e algodões-doces, buscando conquistar crianças e adultos presentes na Esplanada dos Ministérios.
Renato vem de Água Quente (DF), uma região a 45 quilômetros de Brasília, e começou a jornada às 4h30. Além dos eventos cívicos, ele ganha a vida vendendo em frente a escolas, apostando no apelo de seus produtos, como balões e doces, vendidos a R$ 20 e R$ 10, respectivamente.
Gustavo Ferreira, aos 30 anos, também aproveitou o dia, vendendo churros por R$ 10. Acostumado a trabalhar como cobrador de ônibus, ele viu no desfile uma chance de complemento de renda, buscando agradar com sabores de doce de leite e chocolate.
Samuel Santos, de Planaltina, experimentou vender água de coco pela primeira vez no evento. O porteiro espera que a empreitada seja promissora, considerando o público como nova clientela em potencial.
Para Reinivaldo Garcia, a venda de bonés e chapéus a R$ 20 é sustentada pela experiência de quem conhece a dureza do trabalho ao ar livre. Natural de Brejo da Cruz (PB), Reinivaldo incentiva seus filhos a estudarem, para evitar as dificuldades que enfrenta.
Fonte: Agência Brasil
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