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ATOS DE VANDALISMO

Supremo manda PF investigar ataques a imagens católicas

Flávio Dino tomou a medida após receber denúncias de vandalismo em igrejas.

Teresinha Ferreira

30 de setembro de 2026 às 11:48 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O ministro Flávio Dino, do STF, ordenou à PF que investigue ataques a imagens religiosas católicas.
  • A decisão segue denúncias de vandalismo em locais de culto após críticas a um projeto sobre Nossa Senhora Aparecida.
  • Foram identificados 11 casos recentes em cidades como Cuiabá, Salvador e Maceió.
  • Os crimes investigados incluem ultraje a culto e preconceito religioso.
  • A participação da Procuradoria-Geral da República também foi solicitada.
  • A polêmica está ligada a um projeto envolvendo a padroeira do Brasil, associado a Flávio Bolsonaro.
  • Bolsonaro negou as acusações e recorreu ao TSE, que inicialmente ordenou a remoção de publicações críticas.

Agência Brasil Ataques a imagens católicas
Ataques a imagens católicas

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) investigue uma série de ataques a imagens religiosas católicas em diversas cidades do país.

A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (30), após denúncias de vandalismo em locais de culto desde que Dino autorizou a publicação de críticas a um projeto envolvendo Nossa Senhora Aparecida.

De acordo com o magistrado, foram identificados 11 casos recentes em cidades como Cuiabá, Salvador e Maceió, envolvendo crimes como ultraje a culto e preconceito religioso.

O ministro afirmou que a atuação da PF é necessária devido à repercussão dos casos e à natureza dos crimes contra os direitos humanos.

Além disso, Dino solicitou a participação da Procuradoria-Geral da República no processo investigativo.

A polêmica começou quando um projeto para destituir Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil foi discutido, associando-se ao presidenciável Flávio Bolsonaro. O candidato negou as acusações e recorreu ao TSE, que inicialmente determinou a retirada de publicações críticas.

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Fonte: Agência Brasil