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Hospitalizações por por vírus sincicial respiratório (VSR) e gripe aumentam no Brasil, diz Fiocruz

Dados do InfoGripe apontam alta em várias regiões entre 31 de maio e 6 de junho.

Teresinha

11 de junho de 2026 às 13:53 ▪ Atualizado há 4 horas

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  • O número de hospitalizações por VSR cresceu no Brasil.
  • Dados são do InfoGripe da Fiocruz, divulgados em 11 de junho.
  • Aumento de casos de gripe por influenza A e B em certas regiões.
  • 11 estados em nível de alerta alto para SRAG.
  • Outras 16 unidades mostram estabilização ou queda, mas 12 ainda em alerta.
  • Registros de 3.591 óbitos relacionados à SRAG até 2026.
  • Importância de higienização e uso de máscaras, conforme Tatiana Portella.
  • Vacinação contra influenza e VSR é essencial para grupos prioritários.
  • VSR impacta crianças até 4 anos; rinovírus afeta jovens de 5 a 14 anos.
  • Influenza A causa SRAG em jovens, adultos e idosos; influenza B está crescendo entre 5 a 49 anos.

Hospitalizações por por vírus sincicial respiratório (VSR) e gripe aumentam no Brasil, diz Fiocruz

O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) cresceu no Brasil, segundo dados do InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgados nesta quinta-feira (11). Em algumas regiões, as internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B também aumentaram.

A análise, referente à Semana Epidemiológica 22 (31 de maio a 6 de junho), aponta que 11 das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta ou alto risco. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

Outras 16 unidades apresentaram sinais de estabilização ou queda nos casos de SRAG. Todavia, 12 dessas ainda indicam níveis de alerta alto: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.

Até 2026, foram registrados 3.591 óbitos relacionados à SRAG. A pesquisadora Tatiana Portella ressalta a importância de cuidados como higienização das mãos, uso de máscaras em locais aglomerados e isolamento ao apresentar sintomas de gripe ou resfriado.

Portella também frisa a necessidade de vacinação contra influenza e VSR para grupos prioritários, como forma de prevenir formas graves da doença. Dados laboratoriais indicam que a alta de SRAG em crianças até 4 anos decorre principalmente do VSR, enquanto o rinovírus predomina entre jovens de 5 a 14 anos.

Entre jovens, adultos e idosos, a influenza A tem sido a principal causadora de SRAG, com a influenza B aumentando em pessoas entre 5 a 49 anos.

Fonte: Agência Brasil



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