COVID-19

Governo inicia na segunda (3) mais uma etapa do inquérito sorológico da Covid-19

Equipes compostas por pesquisadores e profissionais de saúde estarão em campo em 12 municípios, aplicando testes rápidos e coletando informações.


Teste para detectar infecção por coronavírus

Teste para detectar infecção por coronavírus Foto: Divulgação

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), e o Instituto Amostragem, iniciam, na segunda-feira (3), mais uma etapa do inquérito sorológico da Covid-19 no Piauí. Equipes compostas por pesquisadores e profissionais de saúde estarão em campo em 12 municípios, aplicando testes rápidos e coletando informações para obter um parâmetro da população infectada e índice de transmissão da doença no território piauiense.

“Precisamos saber se mantém a queda verificada nas últimas duas etapas, ou se o número de infectados estabilizou”, pontua Batista Teles, diretor do Instituto Amostragem.

A pesquisa será realizada de 3 a 6 de agosto, em Parnaíba, Piripiri, Campo Maior, Teresina, Floriano, Valença, Oeiras, São Raimundo Nonato, Picos, Corrente e Uruçuí. A meta é aplicar 4 mil entrevistas. As casas visitadas são escolhidas mediante sorteio. Um morador é convidado a se submeter ao teste rápido aplicado por um profissional de saúde, enquanto o pesquisador colhe as informações necessárias.

As visitas ocorrem entre 7:30 e 19:00. Os membros da equipe da área de saúde utilizam equipamentos de proteção individual (EPI’s) como touca, avental, luva, máscara e protetor facial. Já os pesquisadores são facilmente identificados por meio dos coletes e crachás com logomarca do Amostragem. Eles estão orientados a não adentrar os imóveis e manter distanciamento seguro dos moradores. Se o teste der positivo para Covid-19, a vigilância epidemiológica do município será comunicada para acompanhar o paciente infectado e a família.

“Em função dos resultados,  serão tomadas as decisões governamentais relacionadas à abertura de novos setores da economia piauiense, recomendações de isolamento ou revisão de protocolos impondo mais rigidez ao distanciamento”, finaliza Teles.

Fonte: CCOM

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