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TSE manda Eduardo Bolsonaro remover posts sobre urnas eletrônicas

Justiça detecta desinformação ligada a empresa venezuelana Starmatic.

Teresinha Ferreira

02 de setembro de 2026 às 15:26 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O TSE determinou que Eduardo Bolsonaro remova postagens com desinformação sobre urnas eletrônicas.
  • A decisão foi do ministro Nunes Marques, a pedido da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV).
  • As postagens relacionavam falsamente a empresa venezuelana Starmatic com as urnas do Brasil.
  • A desinformação já foi desmentida pela Justiça Eleitoral, que afirma que a Starmatic não fornece urnas para o Brasil.
  • Eduardo tem 24 horas para remover as postagens e está proibido de publicar novos conteúdos sobre o tema.
  • A medida visa evitar a criação de uma percepção de insegurança sobre o sistema eleitoral.
  • Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF a quatro anos de prisão por coação.
  • Ele agora reside nos EUA e perdeu seu mandato por não comparecer às sessões na Câmara dos Deputados.

Agência Brasil TSE manda Eduardo Bolsonaro remover posts sobre urnas eletrônicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por decisão do ministro Nunes Marques, determinou que Eduardo Bolsonaro retire postagens contendo desinformação sobre urnas eletrônicas.

A decisão, assinada na última segunda-feira (31) e divulgada nesta quarta-feira (2), atendeu a um pedido da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. O conteúdo falsamente relacionava a empresa venezuelana Starmatic com as urnas brasileiras.

Essa desinformação circula desde 2020, tendo sido repetidamente desmentida pela Justiça Eleitoral, que afirma que a Starmatic não fornece urnas ao Brasil.

Nunes Marques determinou que Eduardo exclua as postagens em até 24 horas e proibiu novas publicações sobre o tema. O intuito é evitar a consolidação de uma percepção de insegurança em relação ao sistema eleitoral.

“A permanência do conteúdo impugnado, às vésperas do início da propaganda eleitoral, é apta a consolidar no eleitorado percepção de insegurança quanto ao sistema eletrônico de votação”, destacou o ministro.

Em junho deste ano, o STF condenou Eduardo Bolsonaro a quatro anos de prisão por coação no curso do processo.

No ano passado, ele deixou o Brasil, fixou residência nos Estados Unidos e perdeu seu mandato ao não comparecer às sessões da Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Brasil