URNAS
Teresinha Ferreira
22 de julho de 2026 às 14:03 ▪ Atualizado há 59 minutos
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que a empresa venezuelana Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas ou softwares para as eleições no Brasil. A declaração foi reiterada nesta terça-feira (22) após o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), disseminar informações falsas durante um evento.
Na segunda-feira (21), Bolsonaro afirmou que as urnas brasileiras seriam da Smartmatic, mas não proveu evidências. O portal Fato ou Boato do TSE já havia desmentido essa fake news desde 2017, destacando que a empresa nunca trabalhou na fabricação ou programação desses equipamentos.
As urnas brasileiras são projetadas por servidores da Justiça Eleitoral e fabricadas por empresas selecionadas através de licitações públicas, garantindo segurança e transparência. A Smartmatic participou de uma licitação para urnas em 2020, mas perdeu para a empresa Positivo.
Durante o evento "Debating Brazil", Flávio Bolsonaro tentou ligar a Smartmatic às urnas brasileiras, baseando-se num relatório da CIA sobre eleições na Venezuela que não confirmou fraudes eletrônicas. O TSE refuta essa associação desde 2017.
Críticas surgiram após a fala de Bolsonaro, vista como repetição da estratégia desinformativa de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em resposta, a coordenação da campanha de Flávio negou que ele tenha questionado a integridade do sistema eleitoral brasileiro.
De acordo com a campanha, Flávio relatou apenas fatos amplamente divulgados, sem intenção de descredibilizar o sistema eleitoral.
Fonte: Agência Brasil
APROVADO
RACHA ENTRE ALIADOS
BUSCA POR APOIO
SEGURANÇA PÚBLICA
ELEIÇÕES 2026
OBRAS