Política

CAMARA AVANÇA EM PROJETO

Câmara celebra avanço em projeto contra violência a mulheres

Câmara aprova sistema nacional para enfrentar violência de gênero; Senado é próximo passo

Teresinha Ferreira

08 de julho de 2026 às 02:40 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • Hugo Motta celebrou a aprovação do Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres.
  • O PLP 41/26 foi aprovado e segue para o Senado.
  • Motta destacou ações anteriores da Câmara no combate ao feminicídio.
  • Ele pediu um minuto de silêncio por Karen Aparecida Ferreira Rosa, vítima de feminicídio.
  • A Polícia Militar sublinhou a urgência de medidas contra a violência de gênero.
  • Motta afirmou que a luta contra a violência é uma agenda de Estado.
  • Jandira Feghali comentou sobre a realidade dramática das mulheres vítimas de violência.
  • O projeto representa um avanço significativo na resposta institucional à violência de gênero.

Hugo Mota
Hugo Mota

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados e integrante do Republicanos da Paraíba, comemorou a aprovação do projeto que estabelece o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta, identificada como PLP 41/26, agora segue para avaliação no Senado.

Motta ressaltou que a Câmara já realizou diversas ações visando o combate à violência contra a mulher, com particular atenção para o feminicídio. Em um gesto simbólico, ele pediu um minuto de silêncio em memória de Karen Aparecida Ferreira Rosa, de 44 anos, assassinada em Cataguases, Minas Gerais. O crime chocou a sociedade após relatos de que a filha de um ano da vítima ainda estava junto ao seu corpo.

Segundo a Polícia Militar, o caso destaca a urgência de medidas efetivas contra a violência de gênero. "Esta Casa só irá sossegar enquanto nenhuma mulher mais no Brasil for vítima de violência ou assassinato", declarou Motta, enfatizando que essa é uma agenda de Estado, não limitada a nenhum partido.

Jandira Feghali, deputada do PCdoB do Rio de Janeiro e relatora do projeto, comentou que o caso de Karen expressa de forma dramática a realidade enfrentada por muitas mulheres no Brasil. "A violência em sua forma mais explícita manifesta-se quando encontramos uma mulher assassinada por seu companheiro, enquanto sua filha de um ano ainda busca proteção e amparo", afirmou.

O avanço do projeto sinaliza um passo significativo na luta contra a violência de gênero, destacando a necessidade de uma resposta institucional abrangente e urgente.

Fonte: Agência Câmara