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PERDEU 7 MIL SEGUIDORES

Perfil do Bolo da Misericórdia é hackeado e tem fotos íntimas de mulheres publicadas

Criador do Bolo da Misericórdia, que ganhou repercussão nacional após participação no Mais Você, afirma que registrou boletim de ocorrência e que caso será investigado

Natalia Costa

28 de julho de 2026 às 13:18 ▪ Atualizado há 1 hora


Instagram Empresário piauiense David Souza, criador do famoso Bolo da Misericórdia
Empresário piauiense David Souza, criador do famoso Bolo da Misericórdia

O empresário piauiense David Sousa, criador do famoso Bolo da Misericórdia, teve a conta da empresa no Instagram, que possui mais de 233 mil seguidores, invadida na noite de segunda-feira (27). Durante a invasão, foram publicadas diversas imagens íntimas de mulheres sem autorização. O empresário informou que perdeu cerca de 7 mil seguidores.

Após recuperar a conta, o empresário informou aos seguidores que não foi responsável pelas publicações e que registrou um boletim de ocorrência para que o caso seja investigado.

“Não fui eu que postei. Fiz um boletim de ocorrência, vai ter uma investigação e eu vou descobrir quem fez isso”, afirmou o empresário em vídeo publicado nas redes sociais.

Segundo David, a invasão causou prejuízos à imagem dele, já que muitos seguidores acreditaram que as publicações haviam sido feitas pelo próprio perfil. Ele contou que perdeu mais de 7 mil seguidores após o episódio.

“Eu fico me perguntando o que é que ganha a pessoa fazendo isso. O que ganha? É uma loucura”, declarou.

O empresário afirmou ainda que informações preliminares apontam que o acesso teria partido de Teresina e que a investigação deve identificar o responsável.

David Souza ficou conhecido nacionalmente pelo Bolo da Misericórdia, uma sobremesa de grandes proporções em que uma única fatia chega a pesar cerca de um quilo. O produto ganhou destaque em todo o país após participação no programa Mais Você, da TV Globo, apresentado por Ana Maria Braga.

O caso será apurado pelas autoridades responsáveis pela investigação de crimes cibernéticos. A divulgação de imagens íntimas sem consentimento é crime previsto na legislação brasileira.