Prêmio Mulheres Raras 2026
Da Redação
25 de maio de 2026 às 21:18
Beatriz Arcoverde, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), foi premiada como Aliada dos Raros no Prêmio Mulheres Raras 2026, realizado pelo Instituto Vidas Raras. A editora da Radioagência Nacional se destacou por seu compromisso com a inclusão e a representatividade no jornalismo público.
O prêmio, que reconhece pessoas sem doenças raras mas que apoiam a causa, foi conferido a Beatriz pela sua atuação no podcast VideBula, dando visibilidade aos desafios e direitos das pessoas com deficiência (PcDs) e doenças raras.
Beatriz destacou a importância do prêmio: "É o reconhecimento de um trabalho que desenvolvemos com o Videbula, mostrando dificuldades, direitos e a vida de quem convive com doenças raras. Essas pessoas são mais do que a doença, são valiosas para a sociedade."
Duas outras profissionais da Radioagência Nacional também foram finalistas na premiação: Patrícia Serrão e Raíssa Saraiva, na categoria Jornalistas Raras, que celebra quem vive os desafios do diagnóstico e luta pela inclusão.
A representante do Instituto Vidas Raras, Roseli Cizotti, enfatizou que a premiação "vai além de uma homenagem, fortalecendo a representatividade e combate ao preconceito em relação às doenças raras".
A cerimônia de 2026 celebrou 15 vencedoras e 5 homenageadas, incluindo ativistas, médicas e artistas que ressignificaram suas condições. Ver no Instagram.
Fonte: Agência Brasil
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