Política

REFORMA TRABALHISTA

Alcolumbre agenda votação da PEC que altera jornada de trabalho

Proposta busca reduzir carga semanal de 44 para 40 horas e ampliar descanso

Da Redação

10 de outubro de 2026 às 00:34 ▪ Atualizado há 51 minutos

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  • A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221, de 2019, será votada em primeiro turno pelo Senado em breve, visando alterar a jornada de trabalho de 6 dias por 1 de descanso.
  • A proposta sugere dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial, reduzindo a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
  • Inclui uma regra de transição de 14 meses.
  • A PEC foi previamente aprovada pela Câmara dos Deputados e agora está em análise no Senado.
  • Se o Senado fizer emendas, a proposta voltará à Câmara.
  • O Senado começou a análise em agosto e a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o texto em setembro.
  • A medida foi adiada para votação no plenário após as eleições.
  • Propostas adicionais incluem a negociação de jornadas para trabalhadores com ensino superior e regras específicas para terceirizados da administração pública.

Agência Brasil Votação da PEC escala 6x1
Votação da PEC escala 6x1

Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221, de 2019, que busca acabar com a jornada de trabalho de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1).

A proposta prevê dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial, enquanto a jornada de trabalho passaria de 44 para 40 horas semanais. A mudança inclui uma regra de transição de 14 meses.

Alcolumbre destacou que está cumprindo o compromisso de colocar a proposta em discussão com "responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental".

A PEC já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em dois turnos em maio deste ano e enviada ao Senado. Caso o Senado sugira alterações, a proposta retornará à Câmara para nova apreciação.

O Senado iniciou a análise da proposta em agosto, quando Alcolumbre a encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que aprovou o texto no início de setembro. Entretanto, a votação no plenário foi adiada para depois das eleições.

Entre as mudanças propostas estão a obrigatoriedade de dois dias de descanso semanais, a negociação de jornadas para trabalhadores com ensino superior que recebem a partir de R$ 21.188,87, e uma transição específica para trabalhadores terceirizados da administração pública.

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Fonte: Agência Brasil