Polícia

VISITA

Suzane Richthofen participa de visita acadêmica em delegacia e chama atenção

A presença de Suzane em um ambiente ligado à prática criminal despertou curiosidade entre os participantes

Da Redação

25 de maio de 2026 às 19:20 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Suzane von Richthofen participou de uma visita técnica ao 1º Distrito Policial de Bragança Paulista.
  • A atividade ocorreu como parte do curso de Direito Penal na Universidade São Francisco.
  • Suzane está no terceiro ano de Direito e participou com cerca de 20 colegas.
  • Condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato de seus pais em 2002, ela manteve um comportamento discreto durante a visita.
  • A presença de Suzane gerou curiosidade entre os estudantes, dada sua história criminal.
  • Alguns alunos comentaram, em tom de brincadeira, sobre sua experiência em ambientes criminais.
  • A visita trouxe lembranças de seu período anterior à prisão, quando também estudava Direito.
  • Suzane mantém uma convivência mais próxima com seus colegas de curso, mas ainda é discreta fora da universidade.

Suzane von Richthofen
Suzane von Richthofen

A participação de Suzane von Richthofen em uma visita técnica ao 1º Distrito Policial de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, chamou atenção de estudantes e repercutiu nas redes sociais nos últimos dias. A atividade acadêmica ocorreu na sexta-feira (22), como parte da disciplina de Direito Penal da Universidade São Francisco, onde Suzane cursa o terceiro ano de Direito. Acompanhada de cerca de 20 colegas, Suzane participou da visita organizada pela professora Márcia Caceres Yokoyama. 

Condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, crime ocorrido em 2002 e que teve ampla repercussão nacional, Suzane manteve comportamento discreto durante toda a visita. Relatos de estudantes apontam que ela permaneceu em silêncio na maior parte do tempo, enquanto os demais alunos aproveitaram a oportunidade para questionar delegados, investigadores e escrivães sobre a rotina policial e os procedimentos de investigação.

A presença de Suzane em um ambiente ligado à prática criminal despertou curiosidade entre os participantes, principalmente pelo histórico envolvendo o caso que marcou o país. Entre os anos de 2002 e 2006, ela esteve diversas vezes no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo, durante as investigações que resultaram em sua condenação.

Nos bastidores, alguns estudantes chegaram a comentar, de forma reservada e em tom de brincadeira, que Suzane talvez tivesse “mais experiência do que aprendizado” em relação ao funcionamento de uma delegacia especializada em homicídios.

A visita também reacendeu lembranças de um período anterior à prisão. Antes de ser condenada, Suzane havia iniciado o curso de Direito na PUC-SP, aos 18 anos, participando inclusive de visitas acadêmicas ao Fórum Criminal da Barra Funda — local onde anos depois seria julgada.

Após a atividade em Bragança Paulista, colegas registraram fotos nas dependências da delegacia. Estudantes ouvidos pela reportagem afirmaram que Suzane atualmente está mais integrada à rotina universitária e mantém convivência mais próxima com a turma, embora ainda preserve discrição fora do ambiente acadêmico.

Fonte: Contigo



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