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CRIME DE PECULATO

Vereador e irmã são denunciados por peculato e lavagem de dinheiro

Denúncia do Ministério Público aponta envolvimento de Paulo Henrique Dourado em "rachadinha".

Da Redação

19 de setembro de 2026 às 00:31 ▪ Atualizado há 42 minutos

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  • A Vara Única da Comarca de Corrente aceitou denúncia contra o vereador Paulo Henrique Dourado da Silva e sua irmã, Jussara Dourado da Silva Alves.
  • Ambos são acusados de peculato e lavagem de dinheiro.
  • As acusações envolvem um esquema de "rachadinha", onde Paulo Henrique teria indicado pessoas a cargos públicos para exigir parte dos salários.
  • Jussara estaria envolvida na comunicação e documentação com os nomeados.
  • Há menções de lavagem de dinheiro através de movimentações financeiras para ocultar a origem dos valores.
  • A denúncia foi aceita em 8 de julho de 2026, mas os acusados ainda não foram condenados.
  • A responsabilidade penal será analisada na fase de resposta à acusação, respeitando o contraditório e a presunção de inocência.

Divulgação Denúncia contra vereador Paulo Henrique Dourado da Silva e sua irmã, Jussara Dourado da Silva Alves. Ambos são acusados de crimes de peculato e lavagem de dinheiro.
Denúncia contra vereador Paulo Henrique Dourado da Silva e sua irmã, Jussara Dourado da Silva Alves. Ambos são acusados de crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

A Vara Única da Comarca de Corrente recebeu denúncia do Ministério Público do Estado do Piauí contra o vereador Paulo Henrique Dourado da Silva e sua irmã, Jussara Dourado da Silva Alves. Ambos são acusados de crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

Conforme a denúncia, entre outubro de 2023 e março de 2024, os acusados teriam participado de um esquema de desvio de recursos públicos conhecido como "rachadinha". Paulo Henrique teria indicado pessoas a cargos públicos e exigido a devolução de parte dos salários. Jussara teria intermediado a documentação e comunicação com os nomeados.

A acusação também menciona lavagem de dinheiro por meio de movimentações financeiras e operações para ocultar a origem dos valores. Em 8 de julho de 2026, a decisão judicial aceitou a denúncia, possibilitando o progresso da ação penal.

É importante destacar que o recebimento da denúncia não configura condenação. Os acusados continuam a negar as acusações, e a responsabilidade penal ainda será avaliada durante o processo com respeito ao contraditório e à presunção de inocência.

A ação penal segue agora para a fase de resposta à acusação, onde as provas serão apresentadas e analisadas.

Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)