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DEBATE

Deputados debatem uso de poços públicos em Belém do Piauí

Sessão na Alepi também celebra instalação do curso de medicina na UFPI

Teresinha Ferreira

15 de setembro de 2026 às 12:39 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Alepi discutiu o uso de poços públicos em Belém do Piauí e problemas no abastecimento de água em Picos.
  • O deputado Henrique Pires (MDB) criticou o uso político dos poços, que têm sido acorrentados.
  • O presidente da Alepi, Severo Eulálio (MDB), prometeu investigar as denúncias.
  • Pires também mencionou dificuldades de acesso à água nas chapadas Jatobá e Ponto Preto.
  • Durante a sessão, foi comemorada a aula inaugural do curso de medicina na UFPI em Floriano.
  • O deputado Dr. Marcus Vinícius Kalume (PT) destacou a importância da educação e celebrou a aprovação de pautas para pessoas com doenças raras.

Régis Falcão / Ascom Alepi Bebate na ALEPI
Bebate na ALEPI

A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) discutiu em sessão plenária nesta terça-feira (15) o uso de poços públicos em Belém do Piauí e o abastecimento de água na região de Picos, sul do estado. O deputado Henrique Pires (MDB) criticou denúncias de uso político dos poços, apontando que eles têm sido acorrentados e trancados. “Você troca água pelo quê? Para beber, fazer comida, tomar banho. É um bem insubstituível”, afirmou.

A declaração causou surpresa ao presidente da Alepi, deputado Severo Eulálio (MDB), que destacou a atuação da gestão municipal em Belém e comprometeu-se a investigar a questão relatada. Pires mencionou ainda dificuldades de acesso à água em outras localidades, como as chapadas Jatobá e do Ponto Preto.

Durante a mesma sessão, foi celebrada a aula inaugural do curso de medicina no campus da Universidade Federal do Piauí (UFPI) em Floriano. O deputado Dr. Marcus Vinícius Kalume (PT) elogiou a descentralização do curso, classificando a educação como um meio crucial para melhorar a vida das pessoas. Ele parabenizou ainda os estudantes que ingressaram no curso de medicina e comentou a aprovação de pautas para pessoas com doenças raras na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Fonte: Assembleia Legislativa do Piauí