Geral

FGTS E ARMAS DE FOGO

Câmara aprova uso do FGTS para compra de armas de fogo

Projeto segue para análise de outras comissões antes do plenário

Teresinha Ferreira

26 de junho de 2026 às 12:12 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou o PL 3824/25 em 26 de junho de 2026.
  • O projeto permite o uso do FGTS para a compra de armas e munições para defesa pessoal.
  • Trabalhadores com FGTS ativo podem sacar o valor necessário no mês do aniversário.
  • É necessário comprovar regularidade nos sistemas de armas para acessar o benefício.
  • O Conselho Curador do FGTS tem 90 dias para regulamentar, se o PL virar lei.
  • O relator, Delegado Paulo Bilynskyj, apoia a medida para reduzir a vulnerabilidade à violência.
  • O deputado Marcos Pollon destaca o direito à legítima defesa e dificuldades econômicas.
  • O projeto ainda será analisado por várias comissões antes de avançar no processo legislativo.

Câmara aprova uso do FGTS para compra de armas de fogo

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em 26 de junho de 2026, o Projeto de Lei 3824/25, que autoriza o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de armas de fogo e munições destinadas à defesa pessoal.

Conforme o texto, trabalhadores com registro ativo no FGTS poderão sacar o valor necessário, limitado ao custo do equipamento e acessórios essenciais, anualmente no mês de seu aniversário. Os interessados devem apresentar documentos que comprovem regularidade nos sistemas nacionais de armas.

O Conselho Curador do FGTS terá 90 dias para regulamentar as diretrizes caso a proposta seja convertida em lei. A aprovação foi recomendada pelo relator, o deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), que acredita que a medida pode reduzir a vulnerabilidade das vítimas de violência.

O autor do projeto, deputado Marcos Pollon (PL-MS), defendeu o direito à legítima defesa, destacando as dificuldades econômicas enfrentadas por muitos trabalhadores para se protegerem legalmente.

O projeto ainda será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o plenário da Câmara e, posteriormente, para o Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara



@production @if(request()->routeIs('site.home.index')) @endif @endproduction