Educação

ADULTIZAÇÃO INFANTIL

Câmara aprova projeto contra a adultização infantil

Texto prioriza ações educativas e remove definições legais do projeto original

Teresinha Ferreira

10 de julho de 2026 às 16:18 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Comissão de Educação da Câmara aprovou um projeto de lei sobre conscientização contra a adultização de crianças e adolescentes.
  • A decisão aconteceu em 10 de julho de 2026, em Brasília.
  • O texto é um substitutivo do relator, deputado Dagoberto Nogueira, ao Projeto de Lei 6069/25.
  • A nova versão remove a definição de adultização e foca em ações educativas.
  • O conceito original foi considerado subjetivo pelo relator.
  • A proposta defende a autonomia das escolas em suas abordagens pedagógicas.
  • Alterações serão feitas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  • O projeto seguirá para outras comissões antes de ser votado na Câmara e no Senado.

O texto é um substitutivo do relator, deputado Dagoberto Nogueira (PP-MS),
O texto é um substitutivo do relator, deputado Dagoberto Nogueira (PP-MS),

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que determina a realização de ações de conscientização contra a adultização de crianças e adolescentes. A decisão foi tomada em 10 de julho de 2026, em Brasília.

O texto é um substitutivo do relator, deputado Dagoberto Nogueira (PP-MS), ao Projeto de Lei 6069/25, do deputado Romero Rodrigues (Pode-PB). A nova versão retira a definição legal de adultização e a responsabilidade direta das escolas, focando apenas em ações educativas para proteger a infância.

Segundo Nogueira, o conceito original era subjetivo e poderia gerar diferentes interpretações. "As diretrizes educativas devem ser privilegiadas, sem imposições específicas", afirmou o relator. Além disso, ele destacou a importância de respeitar a autonomia das escolas na escolha de suas abordagens pedagógicas.

A proposta implicará mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ela segue agora para as comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para ser transformada em lei, a proposta ainda precisa ser aprovada tanto pela Câmara quanto pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Agência Câmara