Economia

CRISE INTERNACIONAL

Governo renova Medida Provisória para limitar aumento no preço dos combustíveis

Medida visa controlar aumento do combustível em meio a tensões globais

Da Redação

01 de junho de 2026 às 13:17 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Medida Provisória 1.363/2026 oferece subsídio de R$ 1,12 por litro para produtores e importadores de diesel.
  • Iniciativa visa mitigar aumentos no preço do combustível devido ao conflito no Oriente Médio.
  • O subsídio estará em vigor de 1º de junho a 31 de dezembro de 2026.
  • Apenas empresas autorizadas pela ANP poderão participar, devendo repassar o desconto aos consumidores e prestar contas.
  • A ANP será responsável por supervisionar, fiscalizar e realizar pagamentos dos subsídios.
  • O Ministério da Fazenda pode ajustar ou suspender o subsídio bimestralmente, com aviso prévio de 15 dias.
  • MP também adia até 4 de dezembro de 2026 o pagamento de tarifas de navegação aérea para companhias aéreas.
  • As medidas já estão em vigor, mas precisam de aprovação do Congresso Nacional.

Governo renova Medida Provisória para limitar aumento no preço dos combustíveis

O governo federal editou a Medida Provisória 1.363/2026, lançando um subsídio de R$ 1,12 por litro para produtores e importadores de diesel. A decisão foi oficializada no sábado (30) e assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visando mitigar os aumentos no preço do combustível devido ao conflito no Oriente Médio.

Este subsídio estará em vigor de 1º de junho a 31 de dezembro de 2026, abrangendo empresas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). As empresas deverão aderir ao programa, repassar o desconto ao consumidor e prestar contas à agência para obter os recursos.

Além de autorizar empresas e supervisionar a adesão às regras, a ANP também será responsável por fiscalizar e efetuar os pagamentos dos valores. O Ministério da Fazenda se reservou o direito de ajustar ou suspender o subsídio a cada dois meses, com aviso prévio de ao menos 15 dias.

Em relação às companhias aéreas, a MP oferece um adiamento, até 4 de dezembro de 2026, para o pagamento de tarifas de navegação aérea inicialmente previstas entre setembro e novembro. As medidas já estão em vigor, mas ainda necessitam da aprovação do Congresso Nacional.

Fonte: Senado Notícias



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