MERCADO DE TRABALHO
Da Redação
04 de maio de 2026 às 15:08 ▪ Atualizado há 1 hora
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) Wellington Dias celebrou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que revelam que os beneficiários do Bolsa Família preencheram 56,1% de todos os empregos formais gerados no Brasil no primeiro bimestre de 2026.
Ao todo, das 370.339 vagas com carteira assinada criadas no período, 207.900 foram ocupadas por este público. Segundo o ministro, os números provam que os beneficiários buscam crescer e mudar de vida, integrando o desenvolvimento social à estratégia econômica do país.
O resultado reforça, mais uma vez, que os beneficiários do Bolsa Família querem, sim, trabalhar. São essas famílias que estão ocupando a maior parte das novas vagas de empregos formais. A visão do Governo do Brasil é justamente essa, o desenvolvimento social é parte estratégica do econômico. Não há crescimento sustentável sem inclusão”, comentou o ministro.

A Lei 14.601/2023 transformou o programa em uma ponte para o mercado de trabalho, garantindo que o emprego formal não cause a perda imediata do auxílio. Atualmente, se a renda por pessoa subir até meio salário mínimo (R$ 706), a família pode permanecer no programa por até 12 meses recebendo 50% do benefício.
O setor de serviços foi o que mais contratou esse público, respondendo por 52% das vagas, seguido pela indústria.
O perfil dos trabalhadores do Cadastro Único que entraram no mercado formal é majoritariamente feminino, jovem e escolarizado. As mulheres respondem por 50,2% das vagas, enquanto a faixa etária de 18 a 24 anos concentra o maior número de contratações.
Além disso, 68,3% dos postos foram ocupados por pessoas com ensino médio completo, desmistificando a ideia de baixa qualificação entre os beneficiários.
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