Arte e Cultura

ARTE E RESISTÊNCIA

Karol Conká e Linn da Quebrada destacam arte como resistência

Karol Conká e Linn da Quebrada no festival latinidades aborda saúde mental com foco em mulheres pretas e artistas

Teresinha Ferreira

04 de julho de 2026 às 11:44 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Karol Conká e Linn da Quebrada participaram do Festival Latinidades discutindo arte e resistência.
  • O tema do evento foi "Saúde mental importa".
  • Linn da Quebrada utiliza a arte para superar dores pessoais e libertar outras pessoas.
  • Segundo Linn, a arte ajuda a denunciar violações e inspira mudanças sociais.
  • Karol Conká destacou a importância da cultura para a expressão das mulheres pretas.
  • Ela mencionou a hostilidade nas redes sociais após o Big Brother Brasil.
  • Karol apontou para a descredibilização de mulheres negras nas artes.
  • Expressou preocupação com a violência constante contra mulheres e desejo por mais segurança.

Karol Conká e Linn da Quebrada destacam arte como resistência

Karol Conká e Linn da Quebrada participaram de uma mesa de debates durante a 19ª edição do Festival Latinidades, em Brasília, para discutir a arte como instrumento de resistência pessoal e coletiva. Este ano, o evento aborda o tema "Saúde mental importa".

Linn da Quebrada afirmou que iniciou sua trajetória musical e artística como forma de superar suas próprias dores e que agora busca libertar outras pessoas. "É como se eu tivesse descoberto o segredo para ser mais forte", disse a artista. Ela acredita que a arte ajuda a denunciar violações e inspira mudanças na sociedade.

Para Karol Conká, a cultura tem proporcionado espaços vitais para vivências e expressões diferentes, especialmente para mulheres pretas. Durante o debate, ela expressou preocupação com os ataques sofridos nas redes sociais, especialmente após ter participado do Big Brother Brasil.

"A gente tem que ter muita coragem para lutar, expor nossos lançamentos e defender nossos direitos", destacou Karol. Ela apontou que o festival oferece um espaço para discutir experiências dolorosas frequentemente invisibilizadas no meio artístico.

A artista também enfatizou a importância de uma rede de apoio e destacou a descredibilização enfrentada por mulheres negras em suas carreiras. "Vivemos como se fôssemos produtos vendáveis", disse.

Karol expressou preocupação com a onda de violência contra mulheres e o sentimento constante de insegurança. "Desejo que tenhamos mais paz para andar na rua", finalizou.

Fonte: Agência Brasil



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