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HABITAÇÃO

Unidades do Minha Casa, Minha Vida na zona Sul de Teresina serão entregues em 2027

Wellington Dias visitou as obras e destacou geração de renda com construção de 624 novos apartamentos do Minha Casa, Minha Vida em Teresina

Da Redação

18 de setembro de 2026 às 11:17 ▪ Atualizado há 58 minutos

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  • Os residenciais Reserva Angelim I e II em Teresina estão previstos para serem entregues em 2027.
  • Eles fazem parte de quatro obras habitacionais, que incluem também os residenciais Rosina e Maria do Carmo.
  • O projeto totaliza 624 apartamentos com um investimento de quase R$ 100 milhões.
  • Atualmente, 280 trabalhadores estão empregados nas obras, com previsão de mais contratações.
  • O ministro Wellington Dias destacou que o programa beneficia famílias de diferentes faixas de renda.
  • Ele defendeu que as novas habitações considerem serviços essenciais como saúde e educação.
  • A iniciativa também tem impacto econômico, com investimentos de R$ 1,2 bilhão no Piauí desde 2023.
  • O uso de modernas soluções construtivas permite acelerar as obras.
  • O programa busca integrar aspectos sociais, econômicos e de infraestrutura para desenvolver o estado.

Divulgação Governo Federal Programa Minha Casa Minha Vida
Programa Minha Casa Minha Vida

Os residenciais Reserva Angelim I e Reserva Angelim II, construídos pelo programa Minha Casa, Minha Vida na zona Sul de Teresina, têm previsão de entrega para o início de 2027. A estimativa foi apresentada nesta sexta-feira (18), durante visita às obras no bairro Angelim, que contou com a presença do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

Os dois empreendimentos fazem parte de um conjunto de quatro obras habitacionais que inclui ainda os residenciais Rosina e Maria do Carmo. Juntos, os projetos somam 624 apartamentos, distribuídos em 39 blocos com 16 unidades cada, e representam um investimento de quase R$ 100 milhões.

Segundo a engenheira Maria Clara, responsável pelas obras, Angelim I e II foram os primeiros empreendimentos iniciados e estão em estágio mais avançado. Já Rosina e Maria do Carmo começaram a ser construídos há cerca de quatro meses e têm um cronograma de execução de mais 14 meses.

Além de ampliar a oferta de moradias, os empreendimentos também movimentam o mercado de trabalho na capital. Atualmente, cerca de 280 trabalhadores atuam nas obras e há previsão de contratação de mais 100 profissionais.

Wellington Dias destaca impacto social

Durante a visita, Wellington Dias ressaltou que o Minha Casa, Minha Vida representa uma política que, na avaliação dele, vai além da entrega de imóveis e busca atender famílias de diferentes faixas de renda, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade.

“O que me encanta no Minha Casa, Minha Vida é essa solução que o Brasil encontrou para garantir habitação numa condição em que tanto a classe média consegue ter habitação de qualidade a um preço justo, mas também garantir que as pessoas de baixa renda, mesmo numa condição de pobreza, possam ter a moradia”, afirmou.

O ministro também defendeu que os novos conjuntos sejam planejados levando em conta outros serviços e estruturas necessários para as famílias, como saúde, educação, lazer, transporte, segurança e energia.

“Não é só a casa, não é só a moradia. É a humanização, espaço de lazer, pensando em crianças, em adolescentes, você poder ter naquela região a unidade de saúde, a escola com ensino, educação infantil, com ensino fundamental, ensino médio naquela região, as condições de transporte, a ligação, segurança e energia”, destacou.

Wellington Dias também chamou atenção para o impacto que a conquista da casa própria pode representar no orçamento de famílias que atualmente vivem de aluguel.

“Imagine alguém que tem baixa renda e tenha que viver pagando aluguel. Aqui tem um impacto na qualidade de vida, quando ela passa a ter uma moradia, muitas vezes pagando ali 10, 20% do máximo que pagava de aluguel e tendo um imóvel que é seu”, declarou.

Obras também movimentam economia

Além da questão habitacional, o ministro destacou o impacto econômico provocado pelos investimentos do programa no estado. Segundo Wellington Dias, desde 2023, aproximadamente R$ 1,2 bilhão foi investido no Piauí nessa área.

“São investimentos que fazem circular na economia do Piauí, só nessa parte de 2023 para cá, R$ 1 bilhão e R$ 200 milhões aproximadamente. Essa integração aqui do Governo do Estado com o governador Rafael, o Governo Federal, os municípios, as empresas da construção civil e a geração de empregos faz esse dinheiro da renda circular na economia”, afirmou.

Durante a visita, Wellington Dias também destacou o uso de novas soluções construtivas nos empreendimentos habitacionais, com estruturas que permitem acelerar a execução das obras.

“Eu fico feliz em ver o Piauí também no que há de mais moderno, que a gente viu casas montadas e agora apartamentos montados, até seis andares. Você tem a condição de ter toda a estrutura já feita de uma maneira que a gente entrega numa velocidade muito grande”, disse.

Para o ministro, o programa reúne diferentes frentes em torno da política habitacional, com efeitos que ultrapassam a construção dos imóveis.

“Então é moradia, é o social, é a economia, tudo isso como uma parte estratégica para o desenvolvimento de um Estado como Piauí”, resumiu.