Brasil

Caso encerrado

Justiça arquiva caso do cão Orelha a pedido do MP

Tribunal de Justiça de SC confirmou que não houve morte por agressão

Teresinha

15 de maio de 2026 às 20:52 ▪ Atualizado há 57 minutos

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  • A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis arquivou o caso do cão Orelha.
  • O pedido de arquivamento foi feito pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
  • O Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou o arquivamento.
  • O MPSC analisou cerca de dois mil arquivos, vídeos e laudos técnicos.
  • Concluiu-se que o cão Orelha não foi morto após uma suposta agressão por adolescentes.
  • Foi determinado que Orelha e os adolescentes não estavam juntos na praia durante a suposta agressão.
  • A morte do cão foi devido a uma condição grave e preexistente, não à agressão.
  • O processo corre em segredo de Justiça.

Justiça arquiva caso do cão Orelha a pedido do MP

A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis arquivou o caso do cão Orelha a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou a informação nesta sexta-feira (15).

“Importante esclarecer que quando o Ministério Público requer o arquivamento de um procedimento criminal dentro dos parâmetros legais, o Poder Judiciário não pode dar prosseguimento ao processo por iniciativa própria”, explicou o tribunal em nota.

No último dia 12, o MPSC informou que, após análise de cerca de dois mil arquivos, vídeos e laudos técnicos, concluiu que o cão Orelha não foi morto após ser agredido por um grupo de adolescentes. O MPSC pediu à Justiça o arquivamento do caso. O processo corre em segredo de Justiça.

Segundo a análise feita pela promotoria, os adolescentes e Orelha “não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão”. O órgão afirma que a morte do bicho – que foi submetido à eutanásia – aconteceu devido a uma "condição grave e preexistente, e não à agressão".

Fonte: Agência Brasil



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