Polícia

COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

GAECO cumpre mandados no Piauí em operação contra fraudes

Ação conjunta busca desarticular esquema milionário de falsos investimentos

Teresinha Ferreira

22 de setembro de 2026 às 12:05 ▪ Atualizado há 47 minutos

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  • O GAECO/MPPI cumpriu três mandados de busca e apreensão durante a Operação Paládio.
  • A operação é coordenada pelo GAECO de São Paulo e visa desmantelar uma organização criminosa.
  • O grupo realizava fraudes milionárias com falsos investimentos e lavagem de dinheiro em vários estados, incluindo o Piauí.
  • O esquema envolvia atrair investidores com promessas de altos retornos em projetos falsos.
  • Estruturas empresariais de alto padrão eram usadas para enganar as vítimas.
  • Redes sociais e televisão foram meios usados para promover a falsa narrativa de sucesso.
  • Empresas e aplicativos com nomes semelhantes a instituições reais eram usados para enganar os investidores.
  • No Piauí, a operação contou com o apoio das Polícias Civil e Militar.
  • Uma prisão em flagrante ocorreu por posse irregular de arma de fogo.
  • Documentos e eletrônicos foram apreendidos para ajudar nas investigações.

Ministério Público do Piauí (MPPI) Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado
Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Piauí (GAECO/MPPI) cumpriu, nesta terça-feira, três mandados de busca e apreensão durante a Operação Paládio. A ação, coordenada pelo GAECO do Ministério Público de São Paulo, visa desmantelar uma organização criminosa envolvida em fraudes milionárias com falsos investimentos e lavagem de dinheiro em estados como São Paulo, Minas Gerais, Piauí e Mato Grosso.

Investigações indicam que o grupo organizou um sofisticado esquema empresarial, atraindo investidores com promessas de aplicações financeiras seguras e lucrativas, supostamente ligadas a projetos imobiliários e agroindustriais. Escritórios de alto padrão reforçavam a imagem de solidez do empreendimento.

Os suspeitos utilizavam redes sociais e televisão para promover uma narrativa de sucesso que persuadia vítimas a investir grandes somas. Contudo, os valores não eram aplicados conforme prometido; em vez disso, eram desviados pelo grupo, que usava empresas com nomes semelhantes a instituições financeiras reais e aplicativos fraudulentos para enganar os investidores.

No Piauí, as operações contaram com apoio das Polícias Civil e Militar do estado. Durante as diligências, uma prisão em flagrante foi realizada por posse irregular de arma de fogo. Documentos e aparelhos eletrônicos foram apreendidos e serão analisados, contribuindo para o avanço das investigações.

Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)