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Fiocruz isola belga com suspeita de ebola no Rio

Paciente testou positivo para malária após viagem a Uganda; caso segue em investigação.

Teresinha

01 de junho de 2026 às 07:02 ▪ Atualizado há 14 minutos

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  • A Fiocruz investiga um caso de um homem belga com sintomas virais que veio de Uganda.
  • O paciente está isolado no Instituto Nacional de Infectologia após testar positivo para malária.
  • Ele apresentou sintomas como tosse, calafrios e diarreia.
  • Testes iniciais para ebola em saliva e urina deram negativo; análise de sangue ainda está em curso.
  • O isolamento é preventivo, devido a casos de ebola em Uganda.
  • Contatos do paciente também são monitorados pelas autoridades de saúde.
  • O ebola não se transmite por via respiratória, mas sim por fluidos corporais.
  • A Fiocruz assegura baixo risco de transmissão de ebola no Brasil.
  • Há um surto de ebola na África Central, principalmente no Congo e Uganda.
  • A Fiocruz é referência no Brasil para esse tipo de caso, com infraestrutura para diagnóstico e tratamento.

Fiocruz isola belga com suspeita de ebola no Rio

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) está investigando o caso de um homem belga que chegou ao Rio de Janeiro vindo de Uganda, apresentando sintomas virais. Desde sábado (30), o paciente está isolado no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas após testagem positiva para malária.

Assim que apresentou tosse, calafrios e diarreia, a Fiocruz ativou o protocolo para atendimento especializado. Embora as amostras iniciais de saliva e urina tenham dado negativo para ebola, o teste de sangue ainda está em análise. O isolamento é uma medida preventiva, considerando que Uganda registra casos de ebola, informou a Fiocruz em nota.

As autoridades monitoram também pessoas que tiveram contato com o paciente, com apoio das secretarias de Saúde. É importante destacar que o ebola não se transmite por via respiratória, mas através de contato direto com fluidos corporais.

Atualmente, há um surto de ebola na África Central, especialmente no Congo e em Uganda. O vírus é altamente letal, causando febre hemorrágica.

A Fiocruz, referência no Brasil para casos suspeitos de ebola, garante que o risco de transmissão no país permanece baixo. A instituição conta com infraestrutura para diagnóstico e atendimento especializado.

Fonte: Agência Brasil



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